3 passeios em Belém que são obrigatórios

 

 

Depois de decidir vir pra Amazônia, organizar as finanças, comprar as passagens é hora do roteiro. Sério, essa é umas das partes mais legais antes de viajar: montar o roteiro. Por isso, a gente resolveu separar alguns pontos indispensáveis na sua visita a Belém.

Qual a sua vibe? Curtir festas, a night? Quer respirar ares mais verdes? Conhecer um pouco de história, talvez. Aqui nesse post você vai saber mais sobre: arquitetura em Belém, história, natureza urbana, bares, cultura.

 

1 . História e Arquitetura na Cidade Velha

Belém é cheia de prédios históricos, a arquitetura é uma viagem a parte. Tem uma área específica da cidade que acumula construções lindas. A Cidade velha é o bairro mais antigo de Belém, foi onde a cidade “nasceu”. Ela tem vários prédios coloniais históricos, com azulejos portugueses – muitos desses prédios são tombados pelo IPHAN.

Comece pelo Ver-o-Peso, que ainda não é Cidade Velha, mas é quase chegando lá – o Ver-o-Peso está na divisa entre o Comércio e a Cidade Velha. É a maior feira a céu aberto da América Latina e é aonde você vai encontrar muita comida típica pra consumir na hora, peixes, ervas, produtos medicinais, entre outros.

A Casa das Onze Janelas e o Forte do Castelo são dois pontos essenciais da arquitetura e da história da cidade. O último ainda preserva canhões originais do Forte da cidade e a Casa foi erguida no século XVIII, já tendo funcionado restaurante e museu. A vista é linda.

Os Palácios Antônio Lemos, Lauro Sodré, Pinho e Palácio Velho estão todos na Cidade Velha. O Palácio Antônio Lemos abriga o Museu de Artes de Belém e o Lauro Sodré tem o Museu do Estado do Pará. Todos eles são pontos turísticos e uma aula de história.

As Igrejas da Cidade Velha também são obrigatórias no seu rolê pelas lembranças culturais e arquitetônicas de Belém. Visite a Igreja da Sé (uma das igrejas da procissão do Círio, juntamente com a Basílica) e a Nossa Senhora do Carmo.

 

2 . Natureza: o Mangal das Garças e o Portal da Amazônia

A cidade inteira é verde, não é a toa que é chamada de Cidade das Mangueiras. Então, se essa é sua vibe, vai aproveitar muito por aqui. A flora, mesmo dentro de Belém, na área urbana, é muito bonita. Aproveite pra ver as praças que são cartões postais, como a Praça Batista Campos e a Praça da República, ambas na área central de Belém.

O Mangal das Garças é um parque naturalístico com mais de 40.000 metros quadrados. Lá, é possível ver guarás, garças, um borboletário com mais de 800 exemplares. Além disso, ele tem um espaço em que você pode apreciar joias produzidas com gemas da Amazônia (produção feita no Polo Joalheiro, um espaço que foi um presídio e há alguns anos e um lugar reconhecido de produção de joias). Além disso, você tem acesso a um mirante com vista completa da cidade e o Museu Amazônico da Navegação.

Outro local de apreciação da natureza é o Portal da Amazônia, que é mais recente que o Mangal das Garças. Um espaço aberto em que passam carros e com uma construção na orla, com bares e restaurantes, além de quadras de esporte. Um lugar perfeito para observar o por-do-sol e curtir o vento.

 

3 . Cultura e noite: aprecie a música local

Tudo depende de como você planejou sua trip,mas separamos um rolê mais leve, à tarde e dois outros pra você curtir à noite. Todos com uma pegada que vai levar você a uma viagem pela música tipicamente paraense.

Então, à tarde, você pode ir à Estação das Docas, que fica próxima ao Ver-o-Peso, lá no fim do espaço e comprar um ticket para embarcar numa experiência interessante: atravessar o rio ouvindo e vendo uma roda de carimbó. A empresa que faz o tour é a Vale Verde Turismo – que tem outros tipos de viagens também. É muito bacana: uma apresentação em que os dançarinos interagem com o público, tendo a natureza como pano de fundo, enquanto você navega. Vale Verde Turismo: (91) 3218-7333

Mas, para curtir a música latina e paraense com pé no chão, dançando e tudo mais, a gente indica o Coisas de Negro, que fica em Icoaraci – um espaço cultural em que o carimbó impera. Bem conhecido na cidade, o Coisas de Negro tem sempre muita gente jovem e é reconhecidamente um espaço para conhecer mais da cultura musical amazônica. Coisas de Negro: (91) 3247-8702

Por último, no centro de Belém rolam festas de guitarrada – um outro ritmo típico da Amazônia – no Fiteiro. Aberto mais recentemente, já tem se transformado em referência. Fique atento pra festa Lambateria, que reúne artistas locais e é bem badalada, com muitos sons da terra. Fiteiro: (91) 3224-0075

 

Já montou seu roteiro pra Cidade das Magueiras? Isso é um pouco do que você pode fazer por aqui. Se quiser um rolê mais natureza Amazônia a dentro, leia nossos post sobre como chegar ao Marajó. Caso ainda não tenha reservado hospedagem, clica aqui pra receber nossa tabela de preços.

A deliciosa viagem de Belém à Ilha do Combu

 

 

Quando você chegar a Belém, vai sentir o calor do povo, das ruas, do próprio clima da Amazônia. E vai perceber a beleza urbana e como a cidade respira história, vai curtir a culinária e cada cantinho.

E, depois, vai ser hora de explorar Belém além do rio. Além da margem. Existem muitos passeios bacanas a serem feitos. Um deles é a Ilha do Combu – ideal para começar, já que é super perto de Belém, barato de ir e lindíssimo.

Segue o barco pra conhecer como chegar, quando ir, o que comer, o que levar…de Belém ao Combu tem muita água e beleza.

Aqui você encontra mais sobre: rios amazônicos, ilhas na Amazônia, culinária paraense.

 

Onde é a Ilha do Combu?

A Ilha do Combu é uma das 42 ilhas que formam o arquipélago da Região Metropolitana de Belém. Está a 15 minutos da capital paraense – a travessia de barco  é super tranquila. São aproximadamente 2 km de distância. 

 

Como ir à Ilha à Ilha do Combu?

Para sair de Belém, você vai se dirigir à Praça Princesa Isabel, que fica na Av. Bernardo Sayão, logo no final da Alcindo Cacela. É uma praça que tem estacionamento, então, caso você tenha alugado um carro ao chegar em Belém, fica tudo mais fácil: pode deixar estacionado (o valor é de aproximadamente R$10).

De lá saem várias embarcações – várias mesmo – que chegam até à Ilha do Combu. O percurso até a primeira parada – no restaurante Saldosa Maloca (é com “L”mesmo, galera) – custa R$5. Caso você queira ir adiante, entrar no que se chama por aqui de furo (um “bracinho” de rio que adentra a Ilha), combine com o piloto ou sua equipe. Só a experiência do Saldosa já é bem legal, mas lá pra dentro tem muuuita coisa.

 

Por que ir ao Combu?

São tantos atrativos – e, com certeza, quando você for vai achar tantos outros – que é difícil escolher. Mas, vamos lá.

  1. Uma mini experiência do que é navegar nos rios da Amazônia: se você quer explorar viagens mais longas como Belém-Santarém, Belém-Marajó, dá pra ter uma prévia do que é se aventurar pelas águas amazônicas.
  2. Flora e fauna: se você é amante da natureza, vai ficar boquiaberto com a imensidão do Rio Guamá e a variedade da flora na Ilha. Os pássaros também são algo a parte.
  3. Refresque-se: Belém é uma cidade quente. Se você chegar na alta temporada, no meio do ano (junho a agosto) então…pode pegar temperaturas a 35, 36 graus. Além disso, por o clima ser úmido, o calor tende a ser mais “abafado”. Por isso, jogue-se no rio. Chegando à Ilha, é possível se divertir na água, segurando-se nos píeres dos restaurantes.
  4. Comida: Por falar em restaurantes, a culinária é um capítulo à parte. Por aqui, tem diversos estabelecimentos – tanto pra sentar e beber uma cerveja quanto para se jogar nas iguarias da terra. Vai ser uma verdadeira experiência: comer filhote (um delicioso pexe da região), tomar açaí com tapioca, degustar camarão…hummm.
  5. Chocolate do Combu: na Ilha existe uma pequena fábrica de chocolate totalmente produzido por moradores do local.
  6. Cultura: Na Ilha do Combu moram cidadãos paraenses que se denominam ribeirinhos – isso por que moram em suas casas, em frente aos rios. Aqui o rio é parte da cultura local – ao invés de carros em ruas, locomove-se em embarcações sobre água. Aproveite pra bater um papo e conhecer mais sobre a localidade, os paraenses são muito hospitaleiros.
  7. Pôr-do-sol: é es-pe-ta-cu-lar. Após chegar antes do almoço e se deliciar com a refeição e a sobremesa num dos restaurantes, pular no rio e se refrescar, comer chocolate do combu, sente-se no trapiche e apenas aprecie o sol se pondo. Você nunca mais vai esquecer. Sério.

 

Quando ir à Ilha do Combu?

A gente recomenda que você vá à Ilha do Combu do meio pro fim da manhã. Isso por que o sol deve estar um pouco mais brando. Além disso, é interessante chegar perto do horário do almoço para degustar as iguarias.

Aproveite e fique a tarde inteira! Principalmente se você tomar açaí, vai dar aquela vontade de ficar de preguicinha…alguns restaurantes possuem até rede para os clientes descansarem depois da refeição. Ah, a chuva que cai à tarde na cidade levanta um cheirinho gostoso de terra molhada. Convidativo.

Em relação à época do ano: evite ir em épocas muito chuvosas. Ok, em Belém chove quase todo dia, mas as chuvas de meio do ano são mais amenas, o sol sai mais bonito.

 

Onde comer na Ilha?

A Ilha do Combu tem muitas opções mas vamos de um clássico e um mais recente e badalado: Saldosa Maloca e Chalé da Ilha, respectivamente.

Nos dois, você consegue experimentar peixes regionais e curtir uma área de lazer bem gostosa. Quem viaja com criança pode ficar descansado: tem espaço pra elas também.

Saldosa Maloca: Fica bem na entrada do furo. É o primeiro e mais tradicional restaurante da Ilha. Funciona de 10h às 17h. Contato: (91) 99982-3396

Chalé da Ilha: o restaurante e fica quase no fim do furo, um dos últimos. Tem rede pra descansar, espaço pra jogar bola e dá pra tomar banho de rio (existe salva-vidas no local). Funciona de 10h às 18h. Contato: (91) 98736-7701

Ah, não deixe de conhecer a fábrica de chocolate orgânico Filha do Combu. Tudo é feito por lá: desde a plantação do cacau até a preparação de brigadeiros, nibs, doces. Vale a pena. Está aberto para visitação (além de venda do chocolate, claro) de quinta a segunda, das 9h às 17h. Contato: (91)99616.0648.

Como voltar?

Como os restaurantes fecham próximo do escurecer, é nesse horário que as embarcações começam a partir da Ilha, levando os turistas de volta. Então, programe-se: se estiver lá no final do furo, pegue a embarcação que pode lhe deixar na beira da Ilha (Saldosa Maloca) ou até Belém. Fique de olho  na movimentação para não ficar por último.

Chegando na Praça Princesa Isabel, só pegar seu carro que ficou estacionado. Se estiver de ônibus, há paradas ao longo da Alcindo Cacela. Apenas tenha cuidado com o horário: a área próxima à praça, no bairro Condor, não é tão segura, principalmente para quem não é da cidade.

Vem curtir a Ilha. É parte essencial da sua viagem à Belém. Se quiser saber mais sobre viagens pelos rios da Amazônia, clica aqui. E se já decidiu vir pra cá pra Belém, conheça nossos quartos privativos para grupos, quartos privativos para casal, dormitório feminino e dormitórios mistos.

Dinheiro na viagem. Confira dicas de como usar sua grana na trip.

 

 

Você se programou o ano todo, comprou passagens, fez o roteiro, procurou hespedagem econômica, avisou aos amigos, postou no insta, juntou as economias e agora…tá na hora de pegar a estrada.

Uma das principais preocupações quando o assunto é esse é: como eu vou organizar meu dinheiro durante a viagem? De fato, existem vários fatores que influenciam essa tomada de decisão e você deve levar todos a sério: como e pra onde você vai, quanto você tem, se aceitam ou não cartão no destino.

Principalmente, quando se viaja pelo Brasil, um país tão grande e com tantas diferenças, é bem legal se programar. Separamos algumas considerações e dicas espertas pra você não ser nem Tio Patinhas demais, nem perder toda a sua grana no primeiro destino.

Aqui você vai encontrar: dinheiro na viagem, viagem pelo Brasil, como economizar na viagem.

 

Primeiro: qual o seu destino?

Cidades grandes, geralmente, têm uma configuração parecida, mas cada uma tem suas peculiaridades. De uma forma geral, a maioria delas têm estabelecimentos que aceitam várias formas de pagamento, como cartão de crédito, débito e dinheiro em espécie. Em hotéis e hostels, recomenda-se o uso do cartão de crédito para cadastrar a reserva. Você pode até pagar em dinheiro em alguns locais, mas muitos pedem o cartão.

Cidades menores ou do interior devem ser olhadas com mais cuidado. É bem comum que alguns interiores não tenham caixas eletrônicos (ATMs) ou mesmo não aceitem cartão de crédito ou débito. Se você for ao Marajó, no Pará, por exemplo,  pode encontrar certos locais que não têm a opção de sacar dinheiro. Assim, levar sua grana já contada e trocada pode ser uma boa ideia.

 

Vem de fora?

Você saiu do país e agora está voltando? Conhece algum amigo que está vindo de fora? Então: depois de verificar pra onde no Brasil está indo, essa é a segunda decisão – trocar o dinheiro fora do Brasil ou no país? Isso vai variar de onde se está vindo.

Vamos dar um bom exemplo: quem vem da Guiana Francesa pra Amazônia deve trocar o Real por lá, não aqui no nosso país: alguns viajantes relatam dificuldades de encontrar casas de câmbio no interior. Pesquise bem o destino e a cotação do real em relação à moeda que você está trazendo.

 

 

Dinheiro Virtual

Cartão de crédito: em alguns lugares ele vai ser como sua identidade. Com ele, é mais fácil também controlar os gastos – com uso de aplicativo do banco, por exemplo. Na hora de exagerar um pouco nas lembranças ele também pode ser bem-vindo!

Cartão de débito: passou, o dinheiro saiu da conta. É uma forma segura de levar sua grana. É só contar com a programação prévia: saiba de quanto vai precisar na viagem, ponha na conta e corra pro abraço. Com a função de saque, ele também é uma mão na roda se o dinheiro físico acabar.

Cartões pré-pagos: pensando ainda em quem está entrando no Brasil, esta pode ser uma linda opção: a pessoa deposita o dinheiro na moeda do país de que está saindo e saca em caixas eletrônicos com moeda local. Cartões como esse são próprios pra uso no exterior e perfeito para quem está entrando no Brasil. Um exemplo é o Cart Comte-Nickel.

 

Dinheiro Físico

Dinheiro Real: pode acreditar, tem locais que aceitam somente cartões. Mas dinheiro, principalmente em feiras e cidades do interior é muito bem-vindo, obrigado. O ideal é que você leve a menor quantia possível, mas adequada ao seu planejamento.

Doleira: você já deve ter visto aquelas bolsinhas que a gente coloca por baixo da roupa. Então, ela é es-sen-cial se você for viajar pelo Brasil (por qualquer lugar do mundo, na verdade). Você encontra em feiras, lojas de bagagem, ou seja – é bem fácil de achar. Ela garante segurança e praticidade na hora de usar dinheiro físico.

 

A doleira é ideal pra levar dinheiro com segurança

Western Union: ainda pra quem vem de fora – casas como a Western Union permitem que dinheiro seja transferido de um país para outro e o viajante possa sacar. Funciona como um banco, com algumas agências espalhadas pelo país, que você pode encontrar aqui.

 

Economia na viagem

Por último, mas não menos importante, vamos falar de economia. Essa parte da relação com a grana deve começar na hora de preparar o roteiro.

 

  • Passagem: dentro do Brasil, pode ser a parte mais cara. Em geral, as companhias aéreas fazem promoções nos fins de semana e anunciam na sexta-feira. É bom ficar ligado nas pricipais: LATAM, Gol e Azul. A gente recomenda também apps de monitoramento, como o KAYAK, que foi citado em nosso post 6 apps que você deve ter na hora de viajar com a família.

 

  • Organização: isso você tem que ter na viagem toda, mas, uma dica: comece pelo roteiro. Mapeie as cidades, as hospedagens, os locais onde vai comer, se vai comprar comida no supermercado. Tenha uma agenda com cada item descriminado, com o valor. Assim, fica mais fácil ter uma visão geral do que vai gastar e aonde economizar.

 

  • Hospedagem: deve ser confortável, mas sempre, sempre econômica. Nesse quesito, temos os hostels e as casas alugadas (como exemplo o AirBnB). Verifique a quantidade de dias que você vai passar, quantas pessoas vão com você, se é mais vantajoso comer fora ou comprar produtos em feiras locais para preparar na cozinha. Hotéis não oferecem essa possibilidade de utilização da cozinha, como os hostels e as casas de aluguel.

 

Dinheiro é bom para levar a gente aos lugares que a gente quer conhecer, então dê sempre prioridade para as experiências nos locais, leve lembranças pra família, claro, mas não precisa exagerar; economize em hospedagem e curta mesmo conhecendo mais lugares e pessoas.

Tá pensando em passear pelo Brasil, né? A gente falou aqui no post 4 lugares incríveis pra você conhecer.

Já decidiu por Belém? Tem dúvidas? Então, fique à vontade para tirá-las com a nossa recepção.

Dicas essenciais para mulheres que viajam de carona

Pati e Dani decidiram cair na estrada…pedindo carona!

 

Viajar sozinha pode ser um desafio por si só. E que tal ser mulher e viajar pedindo carona? O Belém Hostel já recebeu duas mochileiras corajosas que decidiram encarar a estrada pra conhecer o mundo.

Conheça Patrícia e Dani, que nos concederam uma entrevista falando de sua liberdade, e da aventura em que se jogaram para chegar a vários lugares. Quer saber mais? Vem de carona com a gente.

Patricia Kretzmann (34) é professora de Yoga e facilitadora de meditação, mindfulness e Disciplina Positiva. Formada em Jornalismo, por muito tempo trabalhou em empresas privadas. Após anos trabalhando na área de projetos, decidiu trabalhar com ferramentas associadas a seus valores de vida: pegou a estrada para viajar o Brasil de carona, com o propósito de realizar trabalhos voluntários no caminho, ensinando Yoga para crianças de escolas públicas e palestrando aos pais sobre educação infantil. Além de conhecer novas culturas, lugares e pessoas.

Danielle Nascimento (30) é uma estudante universitária que morava em Recife. Mudou-se para o agreste pernambucano para buscar uma vida longe do estresse das grandes cidades. Também decidiu pegar a estrada para conhecer um pouco mais da realidade brasileira.

Além do fato de serem mochileiras, elas têm várias outras coisas em comum: ambas realizam viagem de baixo custo com ferramentas online e colaborativas como o workaway e o couchsurfing – além de…pedir carona! Isso mesmo, elas viajam o Brasil com caminhoneiros estrada a fora e são provas vivas de que viajar com um orçamento muito, muito baixo é possível e mais seguro do que a gente pensa.

Aqui você vai encontrar sobre: mulher viajando só, carona, estrada, dicas sobre viajar sozinha.

 

Precauções, aonde dormir e mais…

BH: Uma das maiores preocupações é o assédio. Rolou algo com vocês que representasse uma situação de risco?

PATI: Estatística zero com relação às caronas. Todos os motoristas foram respeitosos e tranquilos. Costumo dizer que tem mais pessoas boas do que ruins.  Claro que pode rolar assédio, então fico sempre alerta e a qualquer sinal, deixo logo claro meu objetivo.

DANI:  Sim, já rolou assédio. Mas nada que uma conversa não resolva. O negócio é conversar com eles. O que rolou foi um motorista querendo apenas ficar abraçado e de certa forma já é desconfortável. A dica é conversar e não dormir na cabine, isso basicamente já resolve.

BH: E quando vocês estão na estrada e chega a hora de dormir, o que vocês fazem?

PATI: Eu durmo no chão do posto de gasolina. Uso um colchonete, saco de dormir, coloco a mochila em baixo das pernas e abuso do repelente.

DANI: Durmo na cabine quando me sinto segura, mas de toda forma o melhor é dormir em uma rede do lado de fora. Assim você dá zero chance de ele interpretar algo errado.

 

Desistir? Jamais!

BH: Vocês têm alguma cautela com relação a segurança ao pegar caronas?

PATI: Sim, não viajo a noite, escolho preferencialmente carros de empresas e não durmo na cabine do caminhão. Sempre faço um network nos postos de gasolina, tento conversar com várias pessoas antes de entrar em qualquer caminhão. Assim que escolho a carona eu envio a placa e o nome do motorista para um grupo de pessoas que acompanham a minha viagem.

DANI: Peço carona em posto de gasolina e faço logo amizade com os frentistas. Postos rodoviários também considero seguros. Sempre peço contato de outros caminhoneiros para que eles, de uma certa forma, já façam a ponte e me indiquem para outra carona.

BH: Algum momento você pensou em desistir de fazer a viagem? Porque?        

PATI: Sim. Quando comecei a viajar eu não sabia se estava no caminho certo. Pensei em desistir várias vezes por ainda estar muito conectada em um relacionamento que tinha terminado recentemente e essa pessoa era muito importante para mim. Mas em nenhum momento eu pensei em desistir por dificuldades da estrada, falta de grana ou medo.

DANI: Sim, porque uma coisa é você ler sobre pessoas falando que dá pra viajar outra coisa é ter coragem e ir, já que também viajo sem grana. Medo de ficar na estrada e não conseguir carona. Ah, também porque sempre fui de planejar muito, de ter algo certo.

 

Meninas, caiam na estrada!

BH: Qual o recado que você da para mulheres que têm vontade de viajar da mesma forma, mas não têm coragem?

PATI: Existem várias fontes pra você consultar sobre viagem. Tem muita gente publicando sobre isso e recomendo realizar essa pesquisa. Eu li um livro chamado Portas Abertas, da Aline Campbel, que é uma menina do Rio que viajou pra Europa por 3 meses sem um dólar. Ela fez tudo de carona, couchsurfing, se alimentava na casa das pessoas trocou o trabalho por coisas. Vale muito ouvir depoimentos, histórias, ler sobre linguagem corporal, olho no olho… entender como você passa segurança pra outras pessoas sem marginalizar elas, como os caminhoneiros, por exemplo. A dica é deixar claro o seu objetivo: quero chegar a outro lugar sem nenhum tipo de troca (no caso da carona). Uma boa ideia é comunicar que outras pessoas estão te assistindo. Antes de entrar no caminhão eu pergunto: você tem problema se eu divulgar o seu nome e placa pra um grupo de amigos que me acompanham no whatsapp Se ele tiver problema eu não vou. Se não, eu pego a estrada!

DANI: Primeiro é ler e participar de alguns fóruns de mochileiros. Outro é ter uma rede pra poder dormir onde estiver, sem problemas (eu não levei e vi na prática o quanto é necessário, rsrsrs, mas sabia). Um mapa ajuda muito. Levar pouca coisa e, se possível, coisas portáteis. Sem elas, você viaja mais tranquila pra não ter perdas e fica frustrada se, por acaso, acontecer. Nunca me aconteceu.

Aqui no Belém Hostel, a gente sabe que é importantíssimo pensar em segurança, por isso, sempre, sempre a gente recomenda: faça seu roteiro com antecedência, pesquise sobre os lugares que vai, aonde vai comer, quanto vai gastar.

Planejamento e segurança andam de mãos dadas, principalmente quando se é uma mulher viajando sozinha. Ainda não decidiu pra onde vai? Pesquise. Já decidiu? Pesquise também. Se for vir para Belém, a gente tem um quarto especial só pra meninas! Massa né? Basta solicitar uma reserva no quarto Carimbó.

9 dicas muito especiais sobre o que fazer em Belém

 

 

Muita gente de outras regiões do Brasil não sabe, mas Belém tem muitos atrativos. A cidade das mangueiras, como é conhecida, tem um centro histórico interessantíssimo, museus, teatros, cinemas, uma agitada e autêntica vida noturna e uma culinária de deixar qualquer um com água na boca. E o que é melhor: tem programa para todos os gostos e bolsos. Aqui, reunimos 9 dicas bem legais sobre programas que todo mundo que vem a Belém deve fazer, para ter uma excelente experiência na cidade.

Aqui tem mais sobre: culinária paraense, o que fazer em Belém, cultura paraense, Ilha do Combu, tapioquinha, carimbó

 

1 – Comer tapioquinha com café no Ver-o-rio

Os moradores de Belém adquiriram têm um hábito irresistível: fazer as mais autênticas, criativas, gostosas e diferentes tapioquinhas do Brasil. Claro, essa iguaria pode ser encontrada em qualquer cidade do país. Mas não com as combinações que temos por aqui. Já comeu uma tapioquinha de camarão com jambu e tucupi reduzido? Ou então a de queijo de búfala com tomate seco e rúcula?

Pois é, essas coisas só por aqui pela Amazônia mesmo. E um dos lugares essenciais para provar esses escândalos em forma de lanche é no Ver-o-rio, um espaço localizado ba na orla em frente à Baía do Guajará. Além de saborear a tapioquinha, dá para tomar uma cervejinha, comer outros pratos regionais e, às sextas-feiras, prestigiar apresentações de grupos folclóricos.

 

2- Tomar banho de rio na Ilha do Combu

Clipe de “Is that for me” da Anitta. Imaginou? Se não conhece, dá uma olhada aqui. Sabe o cenário? Pois é, a Ilha do Combu é uma amostra do que você vê no clipe. Sim, aquela natureza toda. Lá no Combu, você encontra diversos restaurantes estilo palafita (casa em cima do rio), com trilhas particulares pela floresta, onde você pode se deparar com árvores gigantescas: são necessárias 20 pessoas pra abraçar uma árvore <3.

Os restaurantes têm um regional com muito peixe, açaí e camarão. Dá também para tomar banho de rio. Se estiver voltando para casa ou para o lugar onde está hospedado antes das cinco da tarde, negocie com o barqueiro uma ida até a Ilha dos Papagaios, para que você possa ver de perto a revoada dos de milhares de “loros” que retornam todos os dias a essa hora para se recolher. Esse é um espetáculo a parte que a natureza pode te oferecer na Ilha do Combu.

3 – Ver o pôr-do-sol na Estação das Docas

A Estação das Docas é um complexo turístico e gastronômico que funciona em um porto revitalizado. Em frente ao Rio Guamá, ele é repleto de restaurantes, bares, teatros, lojas e lugares para exposição de arte e eventos. Tem uma programação cultural mensal interessante, gratuita e diversificada: todos os dias, por exemplo, tem apresentações de música ao vivo dois palcos suspensos que ficam na área dos restaurantes.

O lugar faz parte de um projeto chamado “Janelas para o Rio”, uma iniciativa do poder público para reparar os anos em que a cidade deu as costas para os rios que a rodeiam, privando os moradores e visitantes da cidade de vivenciar esse esplendor da natureza. Além de ser um lugar mega charmoso, a Estação tem uma vista privilegiadíssima, ideal para contemplar o pôr-do-sol num fim de tarde. Uma dica: para acompanhar o entardecer, tome um chopp de Bacuri – famosa fruta regional – (no Amazon Beer) ou um sorvete de açaí.

 

4 – Visitar os museus do Complexo Feliz Lusitânia

Belém (o Norte como um todo) representa uma parte importantíssima da história do Brasil. Não dá para entender a formação cultural do país, as diversidades regionais e nem compreender qualquer processo histórico nacional sem conhecer um pouco do que rolou por aqui.

Nesse sentido, a cidade conta com um complexo turístico formado por museus clássicos e contemporâneos que revelam em cada obra de arte um pouco dos processos políticos e sociais que vivemos. Destaque para o Museu de Arte do Pará e para o Museu do Encontro, no Forte do Presépio.

 

6 – Dançar carimbó!

A resistência negra em Belém também foi através da música, como em toda a América Latina. No caso do Carimbó, o batuque africano combinado com influências indígenas resultou em um dos patrimônios culturais imateriais do Brasil, o carimbó. O baile, tradicional do folclore paraense  é famoso por não deixar ninguém parado. São vários os lugares que você pode ter contato com a dança, como o espaço cultural Coisa de Negro, em Icoaraci.

 

 

7- Tomar tacacá no Portal da Amazônia

O Tacacá é um dos pratos mais representativos e tradicionais da culinária paraense. Ele Extraíram o tucupi (saboroso caldo de cor amarelada) da mandioca, misturaram com jambu (aquela ervinha famosa por deixar a língua tremendo) e botaram camarão seco. O resultado não poderia ser outro que não di-vi-no. O paraense adora tomar tacacá no fim de tarde – é tradição -, quando as barracas mais conhecidas ficam lotadas de gente querendo degustar a iguaria.

 

8 – Comprar lembrancinhas na Praça da República

Toda cidade tem a sua feirinha de artesanato e Belém não poderia ser diferente. A cidade é cheia de parques grandes, arborizados e históricos, como a Praça da República, que é a maior e mais importante. Ela abriga três teatros – entre eles o secular Theatro da Paz -, diversos monumentos e o tradicional Bar do Parque, que passou recentemente por uma reforma.

Aos domingos, diversas barracas enfileiradas formam corredores com diversas opções de artesanato, peixes, livros, comida e objetos artísticos dos mais variados, debaixo dos famosos túneis de mangueiras centenárias, aquelas que dão o título a Belém de cidade das mangueiras. Além disso, sempre há manifestações artísticas e culturais, nacionais e internacionais, rolando pela praça. Programa mais do que obrigatório.

 

9 – Tomar um banho em Mosqueiro

Também conhecida como bucólica, mosqueiro é uma ilha que faz parte do território de Belém. São 17 km de praia de água doce, quente e com influência do mar, o que gera várias marolas e ondas. Sim, eu falei praia de rio com onda! Também tem uma beira-mar bem interessante e infraestrutura necessária para que você passe uma excelente estadia. Destaque para a Praia do Paraíso, cujo nome sintetiza as qualidades do lugar.

 

E ai? Tá pensando em vir pra Belém? A gente ia adorar te receber. Pega aqui nossa tabela de preços.

4 viagens pelos rios da Amazônia que todo mochileiro deve fazer.

 

 

Horas, ou melhor, dias dentro de um barco vendo paraísos naturais e vida selvagem. É assim uma viagem em um rio da Amazônia. Essa é, com certeza, aquela aventura que todo mochileiro que se preze deveria fazer

Aqui você vai saber mais sobre: como sair da capital, qual barco pegar pra navegar nos rios da Amazônia, quais os cuidados que você deve ter e, principalmente, o que você não pode perder ao visitar os rios amazônicos. Embarca nessa com a gente.

Aqui você sabe mais sobre: rios amazônicos, viagem pela Amazônia, embarcações na Amazônia

De onde sair?

Aí você planejou sua trip, pensou no roteiro e montou a mochila. Tá morrendo de vontade de conhecer a Amazônia a fundo, cada canto da região. Nada melhor que enveredar pelos rios. Ah, isso é algo que você vai logo ver: os rios na Amazônia são suas estradas – todo mundo se movimenta sobre as águas.

O ponto de partida deve ser uma capital. Então, se você vem de outro estado ou país, a primeira coisa a pensar é “como chegar na capital?”. A capital geralmente é a cidade portuária principal de cada estado e é interessante que você comece a trip de uma delas pra poder se abastecer e comprar os utensílios necessários para a viagem, afinal os trajetos são longos e você vai precisar ter o mínimo de estrutura para atender às suas necessidades. Por isso, pesquise viagens de avião ou mesmo de ônibus para partir da capital.

Existem algumas cidades no interior da Amazônia cuja estrutura pode ser bem precária. Sendo assim, pode ser difícil encontrar alguns itens específicos ou mesmo gerais, como certos medicamentos, protetor solar, entre outros. Esteja certo de que está levando tudo que você necessita, inclusive dinheiro: tenha dinheiro em espécie, nunca dependa de cartões e caixas eletrônicos, combinado?

Belém (PA), Manaus (AM) e Santana(AP)

Entre as opções, as maiores e mais recomendadas cidades portuárias da região são Belém e Santarém (PA), Manaus (AM) e Santana (AP). Uma dica importante é pesquisar o que você pode encontrar nessas cidades, assim você aproveitar para conhecer outros lugares antes de embarcar na aventura.

Após definir o local de partida, hospede-se próximo ou em uma área de fácil acesso aos portos de onde saem os barcos. Dessa forma, aumentam as suas chances de evitar imprevistos desagradáveis, uma vez que os horários e dias de viagem não são lá muitoregulares.

Há coisas que você não pode deixar de levar nessa viagem, como por exemplo alimentos não perecíveis, caso não tenha estrutura própria para armazenar. Você bebe ou fuma? Recomendamos que leve uma garrafa de destilado e a quantidade que julgar necessária de cigarros, pois só há uma opção de venda no barco e geralmente os preços são mais caros do que o normal.

Have fun!

Um ponto importante: entretenimento! Livros, jogos, baralho e otras cositas más para passar o tempo são essenciais. Ah, claro: esteja disposto a fazer amigos! O percurso entre Manaus e Belém, por exemplo, dura em média 5 ou 6 dias! Por isso, converse com as pessoas ao seu redor, participe das festinhas que existem durante a noite. Essas embarcações têm em média capacidade para 200 pessoas. Quem sabe não é uma delas que vai te ajudar a conhecer ainda melhor uma das localidades?

Nos navios, há duas formas de acomodações. Camarotes – bem mais caros – e a rede. Sim, a maioria das pessoas opta por essa opção mais econômica. Logo, todo mundo tenta chegar um pouco antes para escolher um bom lugar onde atar a rede. Tente chegar pelo menos uns 20 minutos antes da viagem: é sempre bom se antecipar e evitar surpresas.

Uma vez planejada a trip, chegou a hora de escolher o percurso e quais lugares conhecer na Amazônia.

 

 #1. De Belém a Breves: o outro lado da Ilha do Marajó.

Muita gente de todo o mundo sonha em conhecer a bucólica ilha do Marajó. Praias paradisíacas, mangues, um povoado acolhedor, mangueiras centenárias e uma população de mais de 600 mil búfalos fazem com que a maior ilha fluvial do mundo seja destaque e destino certo entre os principais guias internacionais de viagem.

O caminho até Breves é sensacional. São, em média, 12 horas de navio entre Belém e Breves. A paisagem é incrível e super diversa, uma vez que a ilha é banhada pelo rio Amazonas, Rio Pará e Oceano Atlântico. Em Breves, é possível conhecer uma realidade diferente e autêntica. Lá vocês não vão encontrar praia, mas o mar de florestas, igarapés, riachos e muita gente acolhedora, é de tirar o fôlego. A gente avisa que Breves é roots, cru: um lindo cenário, mas com todas as contradições sociais existentes na Amazônia e no Brasil.

Para saber qual a melhor embarcação pra ir de Belém a Marajó, clique aqui!

#2. Afuá, no Marajó – a Veneza da Amazônia!

Uma cidade inteira sobre as águas do Rio Amazonas. As ruas são de ponte e os transportes são bicicletas, literalmente. No Afuá, táxi e ambulância são bicicletas adaptadas para circular entre as pontes. Se você sonha com aqueles dias de puro descanso, sem preocupações e só lazer, acordar comendo peixe frito, ver o pôr do sol tomando açaí e comendo camarão antes de  dormir, na mais absoluta calmaria, Afuá é seu destino certo.

São 24 horas de barco de Belém à Santana, no Amapá. Depois de contemplar um pôr-do-sol amazônico incrível entre cenários formados pelo que há de mais exuberante da fauna e flora da maior floresta tropical do mundo, você chegará à Santana, a segunda maior cidade do Amapá.

Uma cidade mediana sem muitos atrativos turísticos, mas que tem um grande diferencial: é uma das únicas cidades brasileiras às margens do rio Amazonas. Aí, é só pegar o próximo barco rumo ao Afuá e desfrutar de todos os benefícios que a cidade marajoara pode te oferecer. Sensação similar você só vai encontrar em Alter-do-chão, no Pará.

 

#3. Alter do Chão: a praia de água doce mais linda do mundo!

A praia mais linda que você respeita. Eleita pelo jornal inglês The Guardian como a praia de água doce mais bonita do mundo, Alter do Chão é um vilarejo localizado em Santarém, na região oeste do Pará. Além das dezenas de praias do lugar, o vilarejo também está próximo da FLONA, um imenso pedaço da Amazônia preservado e protegidos pelas autoridades brasileiras.

Um detalhe importantíssimo: a viagem de Belém a Santarém é reconhecida por ter o trajeto mais bonito, devido às características geográficas da região. Isso faz com que os 3 dias de viagem sejam insuficientes para viver essa experiência. Alter do Chão-  também conhecida como caribe amazônico – é famosa por abrigar o Festival de Sairé, disputa folclórica entre os botos rosa e tucuxi, tradicionais da região.

 

 #4. Belém-Manaus: 6 dias pelo maior rio do mundo!

Eis um dos destinos mais procurados. A viagem de Belém a Manaus é a mais longa de todas. Pra você ter uma ideia, Breves e Santarém completam, juntas, apenas a metade do caminho. No total, são 6 dias de barco navegando pelo rio Amazonas, em média. Quer saber aonde ver botos nadando na Amazônia? Por aqui mesmo: essas e outras surpresas são os grandes atrativos dessa trip.

Como é uma viagem de longa duração, o tempo sobrará para que as pessoas se conheçam, o que torna a viagem ainda mais enriquecedora, uma vez que eleva o background cultural. Isso porque Belém-Manaus de barco é um dos mais desejados e procurados por viajantes de todo o mundo e costuma a atrair pessoas de diferentes países e com os mais diversos costumes.

 

E aí, curtiu? Vai curtir? Toda viagem de rio deve ser preparada e bem pensada.

Se vai começar a sua trip em Belém e quer mais informações sobre hospedagem, fale com a nossa recepção. Vai ser muito legal fazer parte das suas memórias.