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Como escolher o melhor quarto num hostel em Belém?

 

 

Você já definiu sua viagem pra Belém: pesquisou sobre o destino, decidiu os locais para onde vai, com os dias definidos e passagem aérea comprada. Todo viajante sabe o passo a passo de como planejar e fazer de tudo pra uma viagem ser inesquecível.

Aí chegou a hora de escolher onde vai descansar o corpo depois de um dia corrido de visitas e diversão. A gente já falou aqui sobre como escolher a hospedagem ideal pra sua viagem  e, agora que você escolheu, como decidir a melhor acomodação num hostel em Belém?

 

Saiba quantas pessoas vão

Parece óbvio, mas isso tem que ser definido lá no início, quando você começar a fazer seu roteiro. A saída ou entrada de uma pessoa no seu roteiro de viagem pode – e vai, de certo – mudar muita coisa:

  • ao entrar uma pessoa: o quarto escolhido pode mudar, os passeios podem não ser do agrado dela, os custos vão variar para mais ou menos e outras coisas que você deve considerar de acordo com o humor e disponibilidade do (a) seu (sua) parceiro(a) de viagem, né.
  • ao sair uma pessoa: o quarto escolhido pode mudar, os custos variam e outras coisas como “você pode ter se livrado de muitas dores de cabeça”” dependendo do humor da pessoa.

Então, no início mesmo da montagem do roteiro, decida quem vai fazer parte do seu grupo, se você vai viajar solo, em família, casal. Claro que mudanças ao longo do caminho ocorrem, mas tente deixar isso bem definido.

 

Saiba quantos dias de viagem

Aí você já sabe quantas pessoas irão viajar com você – ou mesmo se você viaja só. Mas quantos dias vai ficar? São esses dois itens principais pra você definir quanto vai ser gasto em uma hospedagem em Belém.

Se for ficar muitos dias, tente negociar valores, nunca é demais pedir um desconto caso você decida por um período longo numa viagem em Belém, né? E, sobre ficar muitos dias, essa é uma dica realmente válida: quanto maior o período, mais voc6e pode negociar.

Decida a hospedagem e o lugar da cidade que melhor se adequa ao roteiro que você pensou.

Saiba mais sobre  onde ficar em belem e veja por que ficar no Centro da cidade é uma ótima ideia.

Saiba sobre seu hostel em Belém

Beleza! Você já tá com tudo 90% definido, até o orçamento para reservar um quarto num hostel em Belém – a hospedagem que você decidiu por ficar. Agora vem a escolha da acomodação, que depende de vários fatores.

Bom, você já decidiu sobre:

  1. quantas pessoas serão
  2. quantos dias passará(ão)
  3. quanto tem pra investir na hospedagem em Belém

Agora, vem a parte de conhecer as modalidades de acomodação:

  • Quartos coletivos: são aqueles pelos quais hostels no mundo inteiro ficaram famosos. Os quartos coletivos têm várias camas e neles você divide espaço com pessoas que, assim como você, estão alugando uma cama em uma quarto. Geralmente, têm de 4 camas para mais.

Se você viaja em um grupo muito grande, pode ser interessante fechar o quarto pra todos. Para as mulheres que viajam sozinha, a opção de quarto coletivo feminino é maravilhosa.

Se sua viagem pra Belém é solo, encontrou seu destino: o quarto coletivo será uma hospedagem econômica e prática pra quem quer uma cama quentinha pra dormir no fim do dia.

Aqui no Belém Hostel temos o Quarto Coletivo Ilha e o Quarto Coletivo Feminino Carimbó

  • Quartos privativos: nessa modalidade, você fica hospedado como num hotel – não tem contato dentro do quarto com nenhum outro hóspede -, mas, claro, com as vantagens de se hospedar num hostel. Existem quartos com mais espaço e outros com menos espaço, depende do tamanho do seu grupo.

O Quarto Privativo Círio, aqui no Belém Hostel, é um bom exemplo de um quarto privativo que acomoda até 5 pessoas. Também tem o Quarto Privativo Lendas, um pouco menor, hospeda de 2 até 4 pessoas.

  • Quartos privativos suíte: alguns quartos, além de serem privados, possuem banheiro interno, ou seja, ainda mais conforto – você não irá compartilhar o banheiro com ninguém, a não ser com seu grupo, dentro do seu quarto.

Aqui no Belém Hostel temos o Quarto Privativo Círio e o Quarto Privativo Açaí

  • Quartos pra casal:  ideal se você viaja com companheiro(a) o(a) melhor amigo(a).

 

Você tem um bom exemplo desse tipo de quarto no Quarto Privativo Bacuri

Conheça e consulte a disponibilidade de todos os quartos do Belém Hostel

A sua viagem vai ser maravilhosa e a hospedagem tem que estar à altura. Se precisar de qualquer informação sobre a cidade ou sobre hospedagem em Belém, nossa recepção vai adorar ajudar.

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onde ficar em belém

Onde ficar em Belém?

 

 

Malas prontas pra Belém, verba separada, tá na hora de decidir onde você vai se hospedar. A decisão de onde ficar em Belém vai, claro depender do objetivo da sua viagem. Mas, de uma forma geral, mesmo que você esteja viajando a trabalho, por exemplo, visitar alguns pontos turísticos da capital do Pará não vai ser nem um pouco ruim, né verdade?

A gente se baseou em algumas características e “dividiu” Belém em 4 áreas principais pra você escolher que lugar cabe melhor no seu roteiro, que, or falar nisso, deve estar cheio de pontos turísticos que você quer visitar. Vem nessa trip.

 

Próximo ao Aeroporto

Quem vai ficar em Belém por 1 dia, passagem rápida, em compromisso de trabalho, por exemplo, pode pensar seriamente em ficar perto do aeroporto da cidade. É uma questão de logística: desembarque – compromisso- voltar pra hospedagem-embarcar.

Se você optar por ficar nessa área, encontra hospedagem em Belém por um preço acessível. Caso precise de algo mais urgente, nos arredores do aeroporto – 5 a 10 minutos de carro, pode encontrar o Shopping Bosque Grão-Pará.

Não é uma área com atrações turísticas, mas tem condução para o centro da cidade em frente ao aeroporto mesmo. É bem funcional se o seu caso for “visita mega rápida”.

Pra quem: quem está passando rapidamente pela cidade ou vai fazer escala longa

Bairros da área: Marex, Parque Verde

Visite: Shopping Bosque Grão-Pará

 

Próximo à Rodoviária

Quem vem a Belém para ir ao interior por meio de ônibus está bem servido ficando próximo à rodoviária. A área não é tão distante do centro quanto a área do aeroporto, mas não é tão próxima.

A Rodoviária de Belém fica na Av. Almirante Barroso, uma avenida que liga as áreas centrais à Rodovia BR. Então, caso o seu pensamento seja ficar num lugar estratégico para ir a lugares do interior, ou mesmo para outros estados, de ônibus, pode ser uma boa solução.

No entanto, se escolher sua hospedagem em Belém nessa área, você não ficará próximo a muitos pontos turísticos, a não ser o monumento da Cabanagem (ao fim da Avenida) os estádios dos dois principais times da cidade (Remo e Payssandu) e do Bosque Rodrigues Alves.

Pra quem: para quem vai usar Belém como parada estratégica para outros lugares a ir de ônibus interestaduais.

Bairros da área: Canudos, São Brás, Guamá

Visite: Av Magalhães Barata ou a Rômulo Maiorana. São duas grandes vias da cidade que são um bom exemplo dos “corredores de mangueiras” que a cidade tem. Andando 2 km pela Av. Magalhães Barata (saindo da rodoviária), você chega à Basílica de Nazaré.

 

Próximo às baladinhas

Se você vai ficar um tempinho a mais na cidade é bom ficar em uma hospedagem em Belém mais próxima ao centro. A área conhecida como Umarizal – cuja principal rua é a Doca, ou Visconde de Souza Franco, é recheada de opções de entretenimento, além de ser uma área um pouco mais nobre da cidade.

Ela está na interseção entre Centro e as ruas e avenidas que levam ao aeroporto, por exemplo.

Se você resolver ficar nessa área divisória, estará bem servido de bons restaurantes, barzinhos, opções de festas. Além disso, tem um shopping – Boulevard Shopping – caso você precise. 

É também uma boa área para pegar a estrada quando estiver atrasado pra pegar o voo: a Av Pedro Álvares Cabral – um dos principais caminhos para chegar ao aeroporto – começa bem no finalzinho da Doca e a Duque de Caxias -outra via de saída –  está bem próxima também.

Pra quem: para quem quer dar prioridade a entretenimento à noite.

Bairros da área: Umarizal, Campina

Visite: hamburguerias como a famosa Porpino ou locais abertos como a agradável Praça Brasil

Quer saber como decidir sua hospedagem? A gente separou alguns pontos pra você avaliar.

 

Próximo aos pontos turísticos e mais

Bem no centro de Belém fica o que se chama de área do Comércio. Se você for dar prioridade a todos esses itens anteriores mais os principais pontos turísticos da cidade, melhor escolher uma hospedagem em Belém que fique nessa área.

A área central da cidade tem pontos turísticos famosíssimos como o Ver-o-Peso, a Estação das Docas, o Mangal das Garças, a Catedral da Sé, a Basílica…ufa! As áreas verdes de Belém também estão nessa área central e pontos que não são tão famosos – e deveriam estar no seu roteiro – também.

Nessa área você também fica próximo a portos e fica mais fácil viajar pelos rios ou apenas atravessar para a Ilha do Combu, por exemplo.

Conheça aqui como viajar de Belém à Ilha do Marajó.

Mesmo se você estiver de passagem rápida, é uma boa: como há muitas opções de entretenimento e pontos históricos e turísticos, dá pra escolher pelo menos um pra ver! Algumas partes dessa área central são especialmente estratégicas: ficam próximas – ou têm condução direta – às vias de saída para chegar ao aeroporto e à rodoviária.

Pra quem: para quem quer conhecer os pontos turísticos da cidade, aproveitar

Bairros da área: Umarizal, Campina, Batista Campos, Nazaré

Visite: As praças para apreciar a natureza, os portos para se jogar nos rios, a Av. Braz de Aguiar e os shoppings pra fazer comprinhas, a Praça da República aos domingos, o Ver-o-Peso (Veropa, para os mais íntimos).

 

O Belém Hostel, por exemplo, fica a alguns minutos da Av. Pedro Álvares Cabral – que citamos acima -, ao lado da Av. Presidente Vargas que tem condução direta para a rodoviária. Além disso, fica ao lado da Praça da República, a alguns minutos da Praça Batista Campos, do Ver-o-Peso, da Doca, dos dois principais shoppings da cidade.

Veja aqui em quanto tempo você chega a cada ponto turístico saindo do Belém Hostel.

Saiba também as vantagens de se hospedar em um hostel.

Já está chegando e precisa saber mais sobre a cidade ou hospedagem em Belém? Perde tempo, não: nossa recepção pode ajudar – só perguntar por aqui.

Lugares pra ir em Belém

O que fazer em Belém: lugares fora da rota

 

Quando você pensa no seu roteiro pra Belém acha várias opções de locais pra se divertir, pra conhecer a cultura. Já até colocou no seu planejamento conhecer o Centro da cidade, os pontos famosos, até uma volta de barco está incluída.

A gente separou algumas dicas de lugares, ideias de que fazer em Belém, dentro da cidade, que não estão nas primeiras páginas dos guias. Caso você queira a rota um pouquinho mais alternativa, aqui estão os lugares pra ir em Belém que aparecem pouco nos guias rápidos.

 

Praça Brasil

Quando você pesquisa lugares pra ir em Belém, encontra verde e mais verde, praças e mais praças. Nós já falamos sobre esses lugares verdes em Belém, lembra?

A Praça Brasil fica um pouco mais longe do centro, não tem o charme da Batista Campos e talvez não tenha a história da Praça da República, mas entre as praças grandes e famosas da cidade, a Praça Brasil é um local em Belém que você deveria visitar: faz parte do dia-a-dia do belenense, é bonita e agradável.

Chegue no fim da tarde, tome uma água de coco – se tiver com companhia, vale a pena conversar e só deixar o tempo passar. A praça tem várias barraquinhas, aproveite e tome o guaraná turbinado vendido em algumas delas.

Depois do por do sol, você vai ver várias pessoas chegando pra se exercitar, passear como cachorro, levar as crianças pra brincar.

Ao redor da praça você tem opções de condução para ir para onde quiser, tem ponto de taxi e tem lugares pra estender pra noite. A gente recomenda o restaurante Grão, bem famoso por sua cozinha saudável com itens da culinária típica do Pará. E o bar Meu Garoto (eles têm duas lojas, uma na Ó de Almeida e outra na Senador Lemos – estamos falando deste), que é um bar super descolado e tem a famosa Cachaça de Jambu.

A Praça Brasil fica no Umarizal. A rua de referência é a Senador Lemos.

 

Camarão do Zé

Difícil falar de Belém sem falar de culinária, né? Nossa sugestão aqui até é famosa, mas talvez você teria certa dificuldade de encontrar. Pudera: o Camarão do Zé é um lugar super despido de qualquer coisa que lembre um comércio. Não se engane: ele é um achado.

O cardápio não se estende muito: camarões deliciosos fritos com alho. Pronto. Aliás, belém é desses lugares em que você está andando pela rua, vê uma casinha simples e um monte de gente na frente. Pode apostar que tem ali uma comida deliciosa, com gosto que mistura gosto caseiro com restaurante renomado. Lembra que a gente já falou do Bira’s Bar? É nesse estilo.

O Camarão do Zé fica na Passagem Santa Izabel, 24, no Guamá.

 

Bar do Jamaica

Quem gosta de black music e quiser conhecer uma parte da cena alternativa de Belém, vá ao Bar do Jamaica, mais especificamente na Festa Coisa Preta.

Ele fica na Praça do Carmo – outra praça bem interessante de conhecer em Belém.

O Bar do Jamaica é um lugar pra ir em Belém que está localizado na Cidade Velha – dali você pode seguir para outros rolês (Palafita, bares da Praça) – lugar histórico da cidade. Aproveite pra chegar a tarde, dar uma olhada, uma passeada e, se quiser, pode seguir para conhecer o Forte do Presépio, a Igreja do Carmo, a Igreja da Sé…

Ah, fique atento: a festa sempre é anunciada antes de acontecer – não rola todo fim de semana, mas quando rola é geralmente aos domingos.

O Bar do Jamaica fica na Passagem Dom Bosco, perto da Praça do Carmo, na Cidade Velha.

https://www.facebook.com/bardojama/

 

Restaurante Govinda

Se você é vegetariano e está vindo pra capital do Pará, com certeza conhece e já colocou no roteiro.

Agora, se você não é, mas aprecia combinações inusitadas no prato, esse restaurante (um alternativo nem tão alternativo) merece um olhar mais atento.

Primeiramente, a localização: almoce no Govinda para aproveitar a área central da cidade. Ele está localizado no coração do comércio, a alguns passos da Estação das Docas, bem perto do Ver-o-Peso.

Depois, pra provar como a culinária paraense pode adentrar o mundo vegetariano com MUITO estilo: a maniçoba, uma delícia da cozinha local, aparece aqui sem as carnes e é ma-ra-vi-lho-so. Tão bom que já foi premiado como o “Melhor PF do Brasil”.

O Govinda fica na Rua Padre Prudêncio, 166, no bairro Campina.

 

A capital do Pará é um universo de possibilidades diferentes que você vai adorar. Aproveite a culinária, a natureza urbana, a cultura e tudo mais o que fazer em Belém.

Já aproveitou tudo e quer atravessar o rio? Dá uma olhada na deliciosa viagem que você pode fazer à Ilha do Combu. Ou então, se quiser ir além, aproveite pra ir ao Marajó, que tal pensar num roteiro pra lá?

Deixe nos comentários o que mais você quer saber sobre lugares pra ir em Belém que a gente já te dá o roteiro direitinho, beleza?

 

hóspede viaja com mãe

4 lugares (e várias dicas) pra viajar com mãe

A francesa Mathilde viaja com mãe e visitou Belém

 

Ah, viajar com mãe. A gente já falou sobre isso no relato de viagem com a mãe até o Ceará, contado por uma das integrantes da nossa equipe, lembra? É, a gente adora viajar. E, então, por isso, nesse ritmo, resolvemos listar alguns lugares que vieram à mente quando se pensa em viajar com mãe.

Aqui você vai encontrar algumas ideias não só sobre destinos – listamos 4 deles -, mas sobre como defini-los com sua mãe ou sem ela (se quiser fazer surpresa) – o que vai demandar um bom conhecimento sobre essa pessoa especial.

Aqui você sabe mais sobre: viagem com mãe, destinos brasileiros, dicas de roteiro

 

Antes de tudo, conheça sua mãe

O que sua mãe gosta de fazer? Se você não mora com ela, vai ser mais difícil descobrir, mas você pode começar pelos hobbies e hábitos dela. Convide-a para dar um passeio em uma noite e peça para que ela escolha o destino, é uma boa forma de conhecer.

Depois disso, descubra o tipo de comida que a agrada. Não confie muito nas lembranças – os gostos das pessoas mudam com o passar do tempo. Então, sabe aquele passeio à noite? Aproveite pra convidá-la a um jantar e deixe que ela escolha.

Durante o passeio, ouça, apenas ouça. Viagem com mãe tem dessas. Peça para que ela conte histórias, como foi o dia e o que ela gostaria de ter feito para descansar um pouco mais. Cada mãe tem um perfil – na verdade cada pessoa é de um jeito – cabe a você respeitá-lo e aderir a ele na hora dessa, digamos, pesquisa.

 

Saiba criar um roteiro

Você já passou um tempo com sua mãe – tenha sido em um jantar ou um domingo inteiro de passeio. Agora já fica mais fácil pensar num destino para levá-la, caso queira fazer uma surpresa.

Na hora de montar o roteiro, o primeiro item que você deve pensar, claro, é o destino. Pesquise sobre ele, especialmente se sua mãe já tiver uma idade, não vale a pena investir em algo que não vai ser legal para a saúde dela. Ir a Ouro Preto, com todas aquelas ladeiras, para uma pessoa que tem questões com as articulações, por exemplo, demandaria um carro. Use de estratégia.

Agora, a época também é outro quesito a ser levado em consideração – está muito distante da data de decisão? Isso vai definir coisas como preço de passagem, necessidade de tipos especiais de roupa. Atenção a esse ponto.

A hospedagem vai de acordo com o tipo de trip sua mãe e você curtem, mas a dica é: reserve com antecipação, de preferência, junto com a compra da passagem. Já pensou ter a passagem e não ter onde ficar no destino? Você pode ler sobre como escolher a sua hospedagem ideal.

 

Destinos para viagem com mãe

 

Se sua mãe curte grandes cidades – São Paulo SP

Quando se pensa em megalópole no Brasil, se pensa em São Paulo. A cidade não para, tem muito do que fazer – a todo momento – para todos os gostos. Mesmo se você mora em São Paulo, a gente recomenda: vá a São Paulo, se sua mãe gosta de urbanidades. Redescubra a cidade.

Explore os museus:

MASP (Museu de Arte de São Paulo): tem no acervo nomes como Renoir e Rembrant. Av. Paulista, 1578, Bela Vista. Funcionamento: segunda a domingo das 10h às 18h; quinta-feira das 10h às 20h

Museu do Futebol: se sua mãe gosta do esporte que é arte no Brasil, é uma ótima opção. Praça Charles Miller, s/n, Pacaembu. Funcionamento:: terça a sexta das 9h às 16h; Sábados, domingos e feriados das 10h às 17h

MAC (Museu de Arte Contemporânea): Um dos principais pontos artísticos da cidade. Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301, Ibirapuera. Funcionamento: terça das 10 às 21h; quarta a domingo das 10 às 18h

Museu Afro: É o primeiro no país com o tema. Tem fotografia, música, dança.  Av. Pedro Alvares Cabral, s/n, Parque Ibirapuera – próximo ao Portão 10. Funcionamento: terça a domingo das 10h às 17h.

Em São Paulo você vai comer muito bem e com variedade impressionante. São muitas culturas convivendo. Vá à Liberdade e aproveite a cultura orienta. Se quer algo mais cosmopolita vá à franquia do Eataly, um mercado italiano bem moderno, em que você pode, além de jantar e almoçar, fazer compras.

Querem dar uma volta à noite? São Paulo acontece na Paulista e, para as mães mais alternativas, na Augusta.

 

Se sua mãe gosta de calmaria – Tiradentes MG

Cidade que está no Ciclo do Ouro no Brasil, ótima para fotografar, caminhar, pensar na vida. Tiradentes está na maior rota turística do país, o Circuito Estrada Real.

Você está em Minas Gerais, ou seja, comida boa não vai faltar: leve sua mãe para restaurantes típicos, provem os doces.

As igrejas e museus são parada obrigatória. São passeios cheios de história e arquitetura encantadora.

Não deixe de aproveitar o passeio de trem que liga Tiradentes a Mariana, na agradável Maria Fumaça. Conheça muito mais sobre Tiradentes no nosso post 4 destinos imperdíveis no Brasil.

 

Se ela quer o que está em alta – Belém PA

Belém é a capital que caiu no gosto dos brasileiros ultimamente. Ponto já considerado importante em roteiros de quem vem de fora do nosso país, agora Belém anda mais brasileira que nunca.

E não é pra menos: a cidade é uma mistura de cultura, história sabores incríveis, natureza e urbanidade. Se sua mãe quer conhecer o lugar que está em alta, não precisa nem pensar duas vezes.

Aproveite para conhecer os rios amazônicos: Belém é uma metrópole cercada por rios e você nem sua mãe precisam ser aventureirxs pra se jogar numa aventura! Experimentem atravessar o Rio Guamá para almoçar na Ilha do Combu, são apenas 20 minutos de travessia.

A cidade é uma aula de história e você pode visitar pontos como o Forte do Castelo (que foi a entrada da cidade), a Basílica, um dos principais pontos do Círio, uma procissão religiosa que leva 2 milhões de pessoas à cidade.

Conheça os passeios em Belém que você deve fazer na cidade.

Sobre comer em Belém, provavelmente é um dos pontos do país em que você mais vai se surpreender. De folha que dá uma leve dormência na boca a peixes de quase 2 metros com a carne mais suculenta do mundo, passando por açaí e pimentas deliciosas. Sério: comer em Belém é uma viagem a parte.

 

Se ela quer o inexplorado – Marajó PA

Caso você opte por Belém, estenda um pouco e vá para o Marajó. É uma experiência encantadora. Mesmo que não esteja em Belém, para chegar ao Marajó, caso opte por avião, você descerá em Belém para, depois, seguir.

A Ilha do Marajó é a maior ilha fluvio-marítima do mundo. Tem 12 cidades para você visitar, sendo Soure e Salvaterra as que têm a melhor estrutura.

Por falar em estrutura, as cidades têm esse quesito apresentado de forma bem modesta. Você vai ver que é como se fosse uma viagem de aventura algumas vezes e para relaxar em outras. É tudo muito diferente, cheio de “desafios”naturais, mas sempre em um clima ameno.

Se sua mãe gosta do inexplorado, ela vai adorar conhecer a cerâmica mais antiga do país, a cerâmica Marajoara. E vai adorar saber, também, que a população de búfalos do local supera a população humana! Incrível, né?

Inclusive, essa quantidade de búfalos no local garante uma culinária que vocês só vão provar lá: leite de búfala, queijo de búfala e a carne do animal são iguarias fan-tás-ti-cas. Claro que não é só isso: tacacá, açaí, camarão, filhote (um delicioso peixe regional)…tudo da culinária paraense típica tem no Marajó também.

A revoada dos Guarás, a contemplação de população de búfalos e a visita ao Museu do Marajó são alguns dos pontos que não podem faltar na sua trip. A gente falou mais sobre o Marajó no nosso post 4 destinos incríveis para conhecer no Brasil.

 

E aí? Já decidiu pra onde vai levar sua mãe? Com certeza, pra qualquer lugar que vocês forem, com qualquer roteiro que escolherem, muitas histórias pra contar vão aparecer. Se quiser conhecer mais sobre um das nossas dicas de destino, Belém, você pode conhecer 9 dicas muito especiais pra quem vai conhecer a capital do Pará.

O que se aprende em uma viagem com mãe

Minha irmã e minha mãe no Ceará

 

Se tem uma coisa que a gente ama por aqui é uma boa história de viagem. Não importa o destino, não importa o roteiro: a gente quer só sentir como foi a vibração, o que foi descoberto.

Por isso, resolvemos compartilhar uma história de viagem muito especial vinda diretamente…daqui mesmo, da equipe do Belém Hostel. Vou descrever como foi incrível quando eu conheci Fortaleza ao lado de uma super companheira de viagem: minha mãe.

A escolha de quem viaja com você define muito sobre sua trip.

Viagem com mãe, viajar com a mãe, se aventurar com a mãe. Pode dar o nome que quiser, quem já fez uma trip dessas que fale tudo, menos que não é memorável – isso pode ser bom ou ruim. No meu caso foi encantador.

Vem saber o que eu aprendi e imaginar o que você pode aprender numa viagem com mãe.

Aqui você sabe mais sobre:  viajar com mãe, roteiro de viagem, viagem com mãe, aprendizado de viagem

 

Por Adriana Melo

Foi quando aprendi a definir um roteiro de viagem sem pensar só em mim

 

Minha mãe sempre quis ir a Fortaleza, mas, por vários motivos, nunca tinha ido. Vou, não vou, o tempo foi passando. Era 2015 e eu estava me preparando para ir ao Chile, num mochilão solo, por dois meses.

Decidimos: na volta ao Brasil  eu iria descer em Fortaleza e nos encontraríamos lá. Comprei minha passagem com milhas e minha irmã iria acompanhando nossa mãe até que ela, já com algumas dificuldades pra viajar só, me encontrasse.

Minha mãe é uma senhora perto de seus 70 anos, então, eu já sabia: iria ter que fazer várias adaptações. E aí veio o primeiro grande aprendizado: um roteiro nunca é algo fechado. Mesmo quando se está só, as pessoas que você encontra, que conhece moldam seu caminho, mudam seu rumo e essa é a vida.

Em vez de praia de manhã super cedo, dormir super tarde, ficar conversando até altas horas com a galera, mudei os hábitos: durante aqueles 10 dias iria acordar mais tarde, aproveitar o sol ameno e conhecer a cidade durante o dia

Aprendi que mães são de outro tempo. E isso é incrível.

Cheguei a Fortaleza à noite, um dia antes de minha mãe e irmã chegarem. Mas estava tão cansada do mochilão que acabei não saindo, dormi. No dia seguinte nos encontramos e foi fantástico – estava com saudades, pois havia passado um tempo sem vê-la.

Foi interessante ter passado uma temporada longe pra eu redimensionar o tempo e entender outras coisas sobre ele.

O seu tempo é o de agora e, por mais que sua mãe seja super jovem e descolada, por mais que saiba tudo sobre os últimos aplicativos pra auxiliar na viagem, ela já viveu outras coisas em outras épocas.

Então, vai ser muito comum ela chegar em algum lugar na trip e contar a história de como foi quando ela era jovem e estava em um lugar exatamente como aquele. E ela, provavelmente vai contar tudo: cada personagem e cada situação.

Pra quem gosta de histórias isso pode ser maravilhoso. O que traz o segundo aprendizado à tona: conviver com pessoas de outros backgrounds, com histórias muito diferentes durante uma viagem enriquece, e muito, a experiência. Principalmente se for alguém que você goste muito.

E aí eu senti a trip de outra forma

Então éramos nós duas mais minha irmã em Fortaleza, em frente ao mar – com aquela água quente do Nordeste em uma trip super calma, sem correria. Os dias estavam ensolarados então, apesar de acordarmos um pouco mais tarde, aproveitamos bem.

Ficamos na Avenida Beira Mar, em frente à praia. Depois de algum perrengue mochilando e acampando, me senti uma rainha. Durante 5 dias, a sequência era: tomar um café da manhã tardio, ir à praia, tomar banho e caminhar pela cidade.

Em um dos dias, à noite fomos ao Dragão do Mar, um complexo cultural bem gostoso, onde pela primeira vez na vida tomei cajuína – me apaixonei. Íamos sempre à mesma padaria comprar pão e queijo pra lanchar.

A viagem tinha um clima de casa, de “vou bem ali na padaria e já volto”Isso é uma das coisas boas: quando se está com uma companhia totalmente diferente de você, a viagem é sentida de uma outra forma e isso pode ser muito agradável. Eu saí do óbvio.

No sexto dia fomos pra Jericoacoara.

 

Foi quando redimensionei o meu relacionamento com a minha mãe

Um pouco antes de viajarmos minha mãe havia sido diagnosticada com um problema na memória, o que havia redefinido muitas coisas na família. A viagem que fazíamos era importantíssima também para estimular a saúde dela.

E aí veio um precioso aprendizado sobre viajar com mãe: uma viagem faz você redimensionar o seu relacionamento – em que pé ele estiver – com ela.

Ah, Jericoacoara é linda. Um vilarejo no interior do Ceará onde tem muito turista e muita beleza. Minha mãe é aficionada por mar, então aquele clima de interior meeesmo, com poucos carros, muito sol, areia e água salgada estavam maravilhosos. Pra ela e pra mim.

Ficamos num hostel em quarto privativo e a experiência foi fantástica: de manhã tomávamos café e interagíamos com os outros hóspedes – muitos deles vinham de fora do país -, ficávamos um pouco nas redes que o hostel disponibilizava e depois…praia!

Não choveu um dia sequer. Passamos 3 dias na cidade, passamos diversas vezes pelos mesmos lugares e nunca enjoávamos. Se nos perdíamos, nos encontrávamos. E estava tudo bem.

No último dia me propus um desafio: uma aula de surfe. Confesso que não consegui ficar um minuto sobre a prancha e minha mãe, vendo minha insatisfação, abriu um sorriso dizendo “não importa o pouco tempo sobre a prancha, mas o tempo feliz dentro do mar”

Algo que só ela diria.

Pronto: eu havia reelaborado minha relação com a minha mãe, aquela pessoa que me levava quando pequena a balneários para me ensinar a “furar a onda” no mar, a como tirar a areia dos pés.

Agora era eu quem a acompanhava na hora de entrar na água, mas ela sempre teria – e tem – esse lugar: o da pessoa afetuosa que vê o lado bom das coisas.

Viajar com mãe é uma trip que todo mundo deveria fazer. É grandioso, é cheio de desafios que fazem o que eles devem fazer: engrandecer tudo.

Ah, sim. Depois de Jericoacoara, voltamos a Fortaleza de van, ouvindo piadas super engraçadas do motorista – como os cearenses têm essa veia cômica! – e vendo o por-do-sol.

Passamos mais um dia na capital do Ceará e, então, de volta pra casa.

Foi memorável.

Essa foi minha trip. E você? Já viajou com mãe? Se não, pretende viajar? Conta pra gente, deixa seu comentário.

 

praça batista campos

O que fazer em Belém: 4 lugares verdes pra você amar na cidade.

 

 

Quando a gente viaja, o que está procurando? Bom, cada um tem um objetivo, um roteiro, mas no fim das contas estamos todos procurando experiências boas, que marquem e sobre as quais vamos contar histórias e dar boas risadas.

Por isso, quando escolhemos um destino e viajamos em grupo, ou quando o assunto é viajar com a família, pensamos em lugares que possam agradar a todos ao mesmo tempo, tragam memórias pra cada um, rendam fotos pra ilustrar quando formos narrar as aventuras que vivemos, né verdade?

Estar em uma cidade, com a infraestrutura de cidade turística e que tenha locais em que a natureza seja muito presente é um privilégio.

Quando a gente pensa em o que fazer em Belém, não pode deixar de citar isso: a capital do Pará é uma cidade de natureza, cheia de corredores de mangueiras, revoadas de pássaros à tarde, frutas que caem das árvores e parques verdes que vão deixar você de boca aberta.

A gente separou aqui 4 lugares pra ir em Belém que vão fazer diferença na sua viagem, encantar seus olhos – e de quem estiver te acompanhando nos seus passeios. 

Eles contam com a vantagem de estar dentro da cidade, ou seja, é sair da natureza com o pé na urbanização.

Aqui você sabe mais sobre: viajar em grupo, viajar com a família, parques em Belém, praças em Belém, lugares para ir em Belém, o que fazer em Belém.

 

Lugares para ir em Belém

(e se encantar)

 

1.Praça Batista Campos

Bairro onde fica: Batista Campos

Horário de Funcionamento: 24 h

 

Uma dica: esqueça o conceito de “pracinha”. Nessa praça aqui tem criança brincando, tem pipoqueiro, tem cachorro correndo, mas o seu tamanho a retira dessa classificação.

 

A praça é imensa e linda: tem mangueiras e samaumeiras que garantem a proteção do sol – principalmente de junho a setembro é bom ter cuidado com ele – e garantem beleza.

A Praça Batista Campos foi tombada pelo município em 1983 e em 2005 ganhou o prêmio de Praça mais bonita do Brasil.

Com várias vias internas e pontes, sob as quais passam pequenos “riachos”, é um local em que as pessoas se exercitam: é bem comum 5 da manhã já ver gente correndo, mas os horários de pico são às 7h, 8h e às 19h, 20h.

Por isso, escolha horários de sol mais ameno ou com menos gente circulando – se preferir menos agitação: 10h às 12h (tá aqui o sol pode castigar), de 16h às 18h, por exemplo.

A Praça  tem coretos e vários banquinhos: pode parar para, apenas, observar o verde, as pessoas ou o movimento dos carros.

Ela fica em um bairro central de Belém, com todas as características que um bairro central, mas considerado nobre, tem: muito movimento, comércio, mas muitos prédios residenciais por perto.

Você vai ver colégios, supermercado, igreja, farmácia por perto. Ao redor da Praça há várias barraquinhas de côco, para você amenizar o calor.

Aos domingos e feriados, as pessoas que moram na região – e até quem mora mais longe – colorem o lugar, levam crianças, vão se divertir com seus cachorros. É um clima muito agradável.

Em outubro a Praça Batista Campos ganha outra cara: como é época do Círio de Nazaré – a maior festa religiosa do Brasil – muitas pessoas vêm de outras localidades e a prefeitura arma um festival bem iluminado com eventos todas as noites.

Ah, fique de olho na segurança – e isso é uma dica pra todos os pontos turísticos – a Praça tem guardas municipais e uma guarita bem central, caso você precise de algum auxílio.

 

2.Praça da República

Bairro onde fica: Campina

Horário de Funcionamento: 24 h

 

A Praça da República fica no centro da cidade, bem no centro mesmo, no bairro Campina, dentro da área mais comercial da cidade. E ela é imensa – maior que a Batista Campos (!) –  e a beleza acompanha o tamanho.

Ela transpira história: se transformou em Praça quando um monumento em homenagem à república – e à liberdade – foi erguido em sua área central.

Toda sua arquitetura tem uma evolução histórica perceptível, com as calçadas, pavimentações, monumentos.

Além disso, olha a quantidade de pontos a serem visitados relacionados a ela: Teatro Waldemar Henrique, Theatro da Paz, Bar do Parque, Cinema Olympia (o cinema mais antigo do país em funcionamento).

Claro, a Praça é cheia de verde: com árvores imensas cobrindo toda sua extensão e fazendo corredores verdes também nas ruas que a circundam.

Durante a semana, a Praça da República é local de passagem dos mais apressados: por ser na área comercial e financeira da cidade, é um dos lugares para ir em Belém mais adequado aos fins de semana, quando ocorre uma feirinha – sempre aos domingos – por toda sua extensão.

Nessa feirinha sempre tem: comida típica, artesanato, cultura local, apresentações de artistas locais e muito mais.

Fique atento aos períodos, também: durante o Círio (em outubro), como as ruas que a circundam são passagem da procissão, arquibancadas são armadas em uma de suas calçadas.

A Praça da República é cercada majoritariamente de prédios comerciais, então você encontra bancos e casas de câmbio pela extensão da Av. Presidente Vargas, uma das principais avenidas da cidade. Além de restaurantes e, se andar um pouquinho mais, vai ao encontro de outro ponto turístico: o Ver-o-Peso.

 

3.Mangal das Garças

Bairro onde fica: Cidade Velha

Horário de funcionamento: 9h às 18h (confirmar pelo telefone: (91) 3242.5052

 

Saímos das Praças e agora entramos nos Parques, projetados para serem áreas verdes dentro da cidade. Mais uma vez: Belém é um local cujos pontos turísticos não economizam no tamanho.

Sério: o Mangal das Garças é imenso.  São mais de 40 mil metros quadrados!

Ele foi planejado pra ser um parque naturalístico, todo pensado pra receber as aves. Por exemplo, o viveiro tem influência das marés – as aves aquáticas conseguem se adaptar.

Você vai encontrar, também, árvores frutíferas como o Bacurizeiro (que dá Bacuri) e o Açaizeiro. É um dos grandes passeios em Belém pra você conhecer mais das plantas locais. E dos animais também.

Lá você também pode contemplar flamingos e borboletas, além das garças, claro. Por falar em borboletas, o Borboletário do Mangal das Garças é um passeio dentro do Parque que vai encantar a todos: são mais de 5 mil borboletas!

A entrada no Parque é franca e prepare-se para passar bastante tempo: olha a quantidade de ambientes para visitar lá dentro:

Farol de Belém: um farol inscrito nas cartas náuticas brasileiras

Fonte das Caruanas: uma cascata dentro do Parque

Memorial Amazônico da Navegação: um pouco de história da navegação na Amazônia

Viveiro das Aningas: o viveiro de aves do Parque

Mirante do rio: a 100 m acima, é pra você não esquecer nunca mais a vista

Borboletário: mais de 5000 borboletas pra você apreciar

Armazém do Tempo: um espaço de exposições

Lagos Cavername e da Ponta: pra contemplar a fauna que convive ali

Manjar das Garças: restaurante famosíssimo na cidade, o Manjar é atração até mesmo se você não quiser explorar o resto do Mangal (o que acho difícil).

Ah, você pode ligar pra agendar tours em grupo.

 

4.Parque do Utinga

Bairro onde fica: Curió-Utinga

Horário de funcionamento: 6h às 17h . Agendamento de visitas: visitacao.peut@ideflorbio.pa.gov.br

 

Por fim a gente te dá essa dica muito valiosa pra fazer caminhada, trilha e se divertir bem no meio do verde mesmo. O Parque do Utinga é o parque mais verde da cidade.  

São 9 trilhas catalogadas – com níveis que vão de fácil a difícil – , com mais de 9km de percurso.

Aqui dá pra fazer caminhadas ecológicas em Belém, observar a flora e a fauna locais. Todas as trilhas são guiadas por condutor credenciado pelo Parque, que vai passar informações e, claro, garantir a segurança dos aventureiros.

Cada trilha suporta até 30 pessoas e você deve agendar pelo site ou pelo app “Parque do Utinga”.

Por falar em app, a gente fez uma lista de apps essenciais pra te ajudar na hora que você for viajar, já viu? Se não, tá aqui: 6 aplicativos pra viagem ficar mais fácil

Você vai ver muitos animais diferentes enquanto estiver no Utinga, mais de 60 tipos de aves, mais de 20 tipos de mamíferos (entre eles ouriço, lontra, tatu, macaco-prego) assim, vivendo em perfeita harmonia.

Vale muito a pena visitar quando você vai viajar com a família pra Belém, ou mesmo quando você está viajando solo e é amante da natureza. O Parque é, sem dúvida, o mais próximo do verde que você vai estar, enquanto estiver na cidade.

 

As nossas dicas sobre lugares para ir em Belém estão também nos nossos posts

3 passeios em Belém que são obrigatórios

9 dicas muito especiais sobre o que fazer em Belém

 

E se você quiser sair um pouquinho da cidade e conhecer uma ilha bem próxima (a 20 minutos de Belém), não deixa de ler o post A deliciosa viagem de Belém à Ilha do Combu pra conhecer mais do que você pode fazer em pouco tempo em Belém estando perto da natureza, certo?

 

Caso você já esteja programando a viagem pra Belém, mas ainda está decidindo sobre hospedagem, a gente te dá uma ajuda com 3 ideias para definir a hospedagem ideal pra você.

 

tacacá - comida paraense

Aprenda a comer em Belém como um paraense

 

 

Quando você pensa em viajar, qual a importância que dá pra um item delicioso: conhecer a culinária local? Olha, se isso não é um fator muito importante pra você na hora de cair na estrada, melhor rever: a culinária de um lugar diz muito sobre a cultura dele.

E quando a gente fala sobre Belém, isso é levado às últimas consequências: comer em Belém é uma experiência à parte não só na sua viagem à cidade, mas um marco no seu caderninho de viajante.

Não são só os peixes, as ervas, as frutas, as cores, os cheiros…além de tudo isso, tem a forma de preparo, como se come, a hora que se come e toda a magia da culinária paraense que, não tem jeito, vão ser o ponto alto da sua trip.

Curta aqui um dos posts mais gostosos do nosso blog.

Aqui você sabe mais sobre: culinária paraense, onde comer em Belém, comer em Belém.

 

Qual o seu tipo de comida?

Vamos começar pelo começo: como você se alimenta normalmente? Você deve estar  pensando por que eu estou perguntando isso. Explico: a culinária paraense é deliciosa, mas pode ser…bem… diferente para os mais desavisados.

É importante que você saiba que o açaí é uma fruta típica da região rica em gordura,por exemplo. Talvez, fora do Pará, ele seja associado a energia, movimento, maromba. Mas, açaí de raiz mesmo, no Pará, é tomado puro, numa versão mais densa e com outros ingredientes que não granola e guaraná. O que pode dar uma certa molezinha que a gente explica mais à frente.

É bom deixar claro, também, que alguns pratos tendem a ser ácidos. Então, se você tem questões com seu estômago, é bom resolvê-las antes de cair de boca num Tacacá cheio de pimenta de cheiro ou num Sorvete de Cupuaçu.

Se você é adepto da carne branca, pode vir feliz e saltitante: os rios da Amazônia têm muitos, muitos peixes. Vários deles ricos em gorduras saudáveis, bem fartos. Aliás, o que não falta na culinária paraense é esse exagero saudável: os pratos são sempre cheios e muito saborosos.

 

As comidas paraenses que você tem que provar.

Bom, vamos parar com esse papo de comida saudável e ir direto ao que interessa: a comida deliciosa do Pará. Poderíamos ficar aqui a os listando todos os tipos de peixes, frutas e combinações que os paraenses fazem com a mandioca, uma das bases da culinária paraense, mas não.

Vamos partir  do princípio que a sua viagem pode estar mais corrida, digamos, 3 dias visitando Belém. Quais os principais pratos, aqueles que você não pode ir embora sem provar? Onde você deve ir pra ter certeza que não vai perder pelo menos esses?

 

Tacacá

O tacacá é uma espécie de sopa servida em uma cuia, tomada geralmente no fim da tarde.

A sopa: a base da culinária paraense é indígena e uma das bases dessa culinária é a mandioca. O tacacá é feito de tucupi – um caldo feito do sumo da mandioca -, goma – um “caldo” mais grosso feito de mandioca com água -, jambu – uma folha deliciosa, que tem como propriedade dar uma certa dormência na boca – e camarão. Ele é bem ácido e quentinho.

A cuia: é um artefato feito a partir fruto de uma planta chamada cuieira ou cabaça, pintada.

Como tomar: os paraenses tomam o tacacá geralmente no fim da tarde, após a chuva – em Belém a chuva é quase diária – em barraquinhas típicas. Essa é a forma mais roots, mas você também encontra em restaurantes, servidas de outras formas.

 

Maniçoba

A maniçoba é feita da maniva, uma folha – creiam – venenosa e que deve ser cozida por dias, isso mesmo, dias. A companhia de gás agradece.

Depois de cozida por uma semana (!), ela começa a ser temperada com carnes de porco. Sério, fica uma delícia. Muita gente torce o nariz por que ela não é lá muito bonita, mas vale a pena provar.

Como comer: a maniçoba é vendida em barraquinhas pela cidade. Você pode comprar também a maniva no supermercado e temperar em casa. Alguns restaurantes servem a iguaria e tem até a maniçoba vegetariana, no restaurante Govinda (R. Pe. Prudêncio, 166 – Campina, bem pertinho do Belém Hostel), que já recebeu até prêmio pelo prato.

 

Açaí

Esse aqui você já conhece. É uma fruta que não se come comendo, se come tomando, igual um suco. O açaí é parte da alimentação diária do paraense e não é antes da academia, não. É no almoço mesmo.

Como tomar/comer: faça como um paraense nato – sente-se para comer em uma barraquinha no Ver-o-peso ou compre em alguma venda – você as reconhece quando vir aquela bandeirinha vermelha na porta -, vá a algum dos – muitos – restaurantes que servem a porção (a maioria vende, no mínimo, meio litro!) e coma com acompanhado de peixe (indicamos o Filhote), charque (carne seca ao sol) ou camarão. Ah, sim, não esqueça da farinha – pode ser de tapioca ou d’água. O processo é:

  1. ponha um pedaço da carne na boca;
  2. ponha a farinha sobre o açaí (no pote) e ponha na boca, sobre a carne, um pouco de açaí (com a farinha);
  3. pode tentar parar, vai ser difícil, é muito gostoso.

Se você quiser, pode tomar adoçado também: colocando açúcar e farinha. Fica muito bom!

Açaí com farinha e charque

Quer comer açaí como um paraense? É com farinha e charque que se faz.

 

Outras Frutas

Tem muita, mas muita fruta em Belém que você nunca mais vai esquecer. Os sabores do Pará são muito fortes e diversos. Vamos listar aqui as principais frutas que você NÃO PODE deixar de comer em Belém.

Cupuaçu | Bacuri | Uxi | Taperebá | Manga – as regionais, que caem das árvores, não precisa nem pagar, é só pegar e comer

Como comer: as frutas regionais estão em todos os lugares, mas você vai encontrar em maior quantidade no Ver-o-Peso. Caso você não queira se jogar de cara nas frutas, comece por sorvetes de frutas regionais. Em Belém tem uma sorveteria muito famosa e com vários pontos: a Cairu. pode perguntar pra qualquer pessoa na rua, ela vai saber dizer onde tem uma próxima.

 

O mapa da mina

Bom, agora que você já sabe como comer like a pro, ou melhor, like a paraense, basta escolher onde e como vai se deliciar. Listamos aqui alguns dos pontos principais, mas nada impede de você explorar a cidade atrás das iguarias.

Sobre conhecer a cidade, listamos alguns rolês que você pode fazer em Belém e algumas dicas pra explorar a capital paraense, olha aqui:

3 tipos de role que você tem que fazer em Belém

9 dicas muito especiais sobre o que se fazer em Belém.

 

Tacacá da Dona Maria

Tradicional, tá sempre cheio ao fim da tarde, mas vale a pena esperar. Bem servido, tem um sabor especial:

Onde:  Av. Nazaré, 902 – Nazaré

Horário de Funcionamento: 16h às 20h

 

Ver-o-Peso

Aqui, você vai achar o açaí à moda paraense – que a gente já te ensinou a tomar -, as frutas diversas e cheirosas, a maniva pra maniçoba, e mais. Vamos deixar a dica de um peixe delicioso e famoso. Basta chegar lá e perguntar pelo Box da Lúcia. Mas chegue cedo pro almoço, por que fica disputado.

Onde:  Av. Blvd. Castilhos França, S/N.

Horário de Funcionamento: 24h . Atenção: os boxes têm horário de funcionamento variado.

 

Bira’s Bar:

É um local pequeno e despretensioso que tem apenas um prato: uma porção de peixe frito com farofa e vinagrete. Mas, que peixe frito! Sequinho, porção bem servida e preço razoável.

Onde: Travessa 14 de Março, 1032 – Cremação

Horário de funcionamento: segunda a sexta, de 18h até o último cliente; sábado, das 13h ao último cliente.

onde comer em belém-peixe regional

O peixe regional simples e delicioso é servido com pimentinha de cheiro.

Point do Açaí

Essa é uma pequena rede de restaurantes que serve açaí e outras delícias do Pará. Sabe a forma como a gente te ensinou a tomar o açaí? Então, lá os garçons te ensinam a fazer direitinho. A gente recomenda, caso você não queira enfrentar o calor do Ver-o-Peso ou a possibilidade de chuva na rua. O ambiente é climatizado (e mais caro também).

Onde e Horário de funcionamento:

– Rua Veiga Cabral, 450 – de 11h às 16h . Tel.: (91)3225.4647

– Av Boulevard Castilhos França, 744 – de 11h às 16h. Tel.: (91) 3212.2168

 

Já colocou as dicas de o que comer em Belém no seu roteiro? Maravilha. E que tal conhecer um pouco sobre um rolê que é sempre uma delícia? A gente fala sobre ele aqui no post A deliciosa viagem de Belém à Ilha do Combu.

Já passou pela terrinha e quer compartilhar sua experiência com culinária local? Deixa seu comentário pra gente.

 

 

Como viajar com milhas?

Economize com a passagem: aprenda a usar milhas aéreas.

 

 

Quem vai viajar – ou quem gosta de viajar –, já ouviu falar de milhas aéreas. Mas, o que são elas? As milhas são uma forma de as companhias aéreas fidelizarem seus clientes. Você fez uma viagem do Rio de janeiro a Belém e recebe de “brinde” pontos que, mais tarde, acumulados, podem virar outra passagem. Olha que maravilha! 

Então, as milhas são mesmo uma maravilha…se você souber usar. Por isso, a gente fez um guia básico pra quem está afim de conhecer, quem está querendo usar ou está começando a usar. Vamos explicar como acumular, trocar por passagens e os principais programas.

Aqui você vai saber mais sobre: milhas aéreas, como trocar pontos, como economizar em passagens aéreas, como chegar a Belém.

 

Antes de acumular milhas, como começar?

Bom, agora que você sabe como elas funcionam, vamos saber o mais importante: como você pode acumular milhas para trocar por passagens aéreas. Primeiro, você deve se cadastrar no programa de milhagem da companhia aérea que você quiser.

As principais companhias aéreas aqui no nosso país são a LATAM, Gol e Azul, que têm seus respectivos programas LATAM Fidelidade, Smiles e Tudo Azul. Então, a primeira coisa a ser feita é fazer seu cadastro em um deles ou em todos.

E as outras companhias? Bom, outras empresas operam voos no Brasil, claro. E aí você tem que ficar de olho nas alianças entre as companhias aéreas. Você pode ser cadastrado, por exemplo, no programa de milhas da LATAM e seus pontos valerão para uma viagem operada pela American Airlines, pois ambas fazem parte da aliança OneWorld. Nos sites de cada programa, você pode ver as alianças da qual cada comapanhia faz parte.

 

Tá, e como eu acumulo pra trocar?

Beleza, você se cadastrou em cada programa e agora tem um número – tipo um cpf – para o qual serão transferidos os pontos. Mas de onde vêm esses pontos? Bom, seus pontos, que virarão as milhas, podem vir de diversos lugares, existem várias formas de acumular:

Viaje, viaje, viaje: o princípio do acúmulo de milhas é a fidelidade, ou seja, quanto mais viajar, mais vai acumular. Cada companhia tem seus critérios de conversão, mas tem uma regra que você precisa sempre levar em consideração: uma passagem com preço de promo sempre vai acumular menos milhas que uma passagem com preço cheio. Na hora de comprar, verifique o custo-benefício: vale mais a pena pagar R$100 a menos e acumular menos milhas?

Planeje sua viagem com antecedência e recorra sempre à ajuda de aplicativos, a gente já mostrou que eles são mais que uma mão na roda no nosso post 6 aplicativos para ter na hora de viajar com a família.

Cartão de crédito: não, ele não é inimigo do seu bolso. Se você souber usá-lo bem, o dinheiro que você está gastando pode ter um pequeno retorno em forma de pontuação. Ligue para a sua operadora e pergunte sobre o programa de pontos. Cada operadora tem seus critérios pra transformar dinheiro gasto em pontos e pontos em milhas.

Alguns bancos transformam cada dólar que você gastou em um ponto, outros o fazem a cada US$1,5. Outro fator que tem que ser levado em conta é o tipo de cartão que você tem: um cartão internacional simples geralmente acumula menos que um cartão cujo titular tenha gastos maiores e já tenha feito um upgrade. Veja aonde você se encaixa.

Reservas em hospedagens e aluguel de carros: nos sites de programa de milhas os parceiros são especificados. Então, algumas empresas de aluguel de carro e de reserva de hospedagem fazem você acumular pontos no programa, basta você fornecer o número.

Programas de fidelidade parceiros: Fique atento também aos programas de pontuação de abastecimento de combustível. O “Km de Vantagens”, por exemplo, que é o programa dos Postos Ipiranga acumulam pontos a cada vez que você abastece. Dá pra trocar por vários produtos, mas eles também podem ser trocados por milhas – fique ligado nas compras de milhas com troca de “kms”, por exemplo.

Clubes de milhas: você pode começar acumulando de cara, quando vira membro. Geralmente, as companhias dão um “presente” de boas-vindas. E pode continuar acumulando entrando em clubes dentro do programa. Um exemplo é o Clube Smiles. Com esse tipo de clube de vantagens, você paga uma taxa mensal por x milhas por mês. Muitas vezes, vale a pena.

 

COMO TRANSFORMO MILHAS EM PASSAGENS?

Tudo certo! Você se cadastrou, acumulou (fez sua poupança de milhas direitinho). E agora? Pra virar passagem, como é?

Uma dica: fique sempre atento às promoções. Observe que você pode : a) comprar passagem com dinheiro; b) comprar passagens com dinheiro + milhas; c) comprar passagens só com milhas.

Transferiu os pontos pro programa de milhas da companhia aérea? Acumulou as milhas? Comece a pesquisar a quantidade de milhas pedidas para um trecho. Você faz isso indo pelo site da companhia como a LATAM faz, ou mesmo pelo site do programa, como acontece com a Gol/Smiles. Você consegue fazer a compra também por telefone.

Ah, fique ligado: suas milhas expiram! Cuidado com as datas. Pontos no cartão – dependendo do cartão e do tipo de cliente você é – também expiram.

Fique ligado 2: apesar de você poder “comprar” com as milhas, ou seja, pegar um avião sem desembolsar dinheiro mesmo, existem as taxas de embarque que variam de acordo com o seu tipo de viagem, se é doméstica, internacional. Ou seja, essa taxa tem que ser paga, ok?

Depois de tudo isso, a gente só pode dizer: jogue-se nas milhas! Faça seu roteiro, planeje sua estadia, seus passeios e fique mais tranquilo quanto ao que você vai gastar com passagens.

Quer mais dicas sobre como montar seu roteiro? A gente tem um post bem legal sobre como escolher seu tipo de hospedagem.

Sua ideia é vir para Belém? Dá uma olhadinha no que você pode fazer pela cidade antes de vir nos nossos posts 3 tipos de rolê obrigatórios em Belém e 9 dicas muito especiais sobre o que fazer em Belém.

 

Quarto hospedagem

Defina a hospedagem ideal pra você

 

 

Criar um roteiro de viagem, como a gente já sabe, é algo muito individual, muitas vezes trabalhoso e cheio de detalhes. Você tem que definir desde quanto pode gastar – e isso sempre é o quesito que acaba não respeitando tanto o roteiro, sempre se ultrapassa um pouco (ou muito) -, onde comer, pra que passeios ir.

Quando chega o item “Onde se hospedar” muita gente fica realmente em dúvida: “deve ser mais barato ou mais confortável?”, “deve ser mais próximo de atrações turísticas ou num local mais seguro?”, “deve ter serviços ou devo ter a liberdade de me virar?”

Bom, como a gente sempre diz: tudo depende do tipo de trip que você quer fazer e ter como lembrança, mas aqui destacamos as diferenças básicas  que você pode levar em consideração na hora de definir sua hospedagem quando vier pra Belém ou for para outros lugares também.

Aqui você vai encontrar: hospedagem, hospedagem econômica, dicas de roteiro, onde ficar em Belém.

 

Tudo é sobre como você quer ficar hospedado?

É, quase tudo. No entanto, na hora de escolher o tipo de acomodação, tem algumas coisas além da hospedagem que vão impactar diretamente nessa escolha. Mas, antes, vamos ver os tipos de hospedagens que podem te servir:

Hotel: o tipo clássico de acomodação. Você tem hora de chegada (check-in), hora de partida (check-out) – falamos do total da estadia. Pode deixar as bagagens caso o check-out tenha sido realizado mas ainda falte para o horário do seu voo – algumas cobram uma taxa pelo serviço.

Vantagens: nos hotéis, você paga por conforto e privacidade – serviço de quarto e quartos individualizados.

Desvantagens: o valor é muito mais alto e a relação com outras pessoas é muito menor. Dicas de passeios e locais a serem compartilhados? Dificilmente vai ter alguém pra entrar nessa com você.

Aluguel de Casa/Apartamento: sites como AirBnB viraram uma grande febre no setor de turismo, isso por que os valores, um pouco mais atraentes que os dos hotéis, somados à privacidade de ter uma casa como se fosse sua saltam aos olhos.

Vantagens: a liberdade e a privacidade de uma casa

Desvantagens: por não ser uma acomodação pensada exclusivamente para hóspedes (é um local para temporada), você não conta nem com pessoas com quem se relacionar nem com uma recepção, que é sempre um grande “amigo” na hora de indicações de passeios, de lugares onde comer e de um simples e bom bate-papo.

Couchsurfing: esse movimento é muito apreciado por mochileiros. É como pedir carona em um local pra dormir da casa de alguém. Então, você se cadastra no site, oferece um espaço da sua casa se alguém precisar um dia e você pode ficar na casa de alguém quando precisar. Uma troca de gentilezas.

Vantagens: você não paga nada por isso e pode conhecer gente legal.

Desvantagens: o conforto pode ser zero e você fica dependente das regras do dono.

Hostel: hospedagem econômica, hospedagem barata. Essa é a premissa do hostel em relação a acomodações mais clássicas. Mas a experiência conta com mais: o hostel é uma hospedagem em que a cozinha é aberta e você prepara sua própria refeição, os quartos são compartilhados (ou não, muitos hostels têm quartos privativos) e o clima de amizade é muito forte. Fora isso, é bem parecido com um hotel. A gente já falou sobre as vantagens de ficar num hostel, lembra?

Vantagens: conhecer gente de todo lugar do mundo, poder cozinhar o que e quando quiser, contar com recepção para orientações sobre como se movimentar na cidade.

Desvantagens: geralmente há muitas pessoas nas áreas comuns e, em quartos, coletivos sua privacidade é diminuída.

Agora que você sabe que tipo de hospedagem pode encontrar em Belém, vamos avaliar qual se encaixa melhor ao seu roteiro, de acordo com 3 considerações básicas:

 

1. Orçamento apertado X Dinheiro sobrando

Ok, falar em dinheiro sobrando hoje em dia pode parecer até piada, mas isso vai ser muito importante na hora de decidir: digamos que você já comprou a passagem e tem R$1000 pra gastar na sua estadia de 3 dias. Você prefere usar 30% em hospedagem e o restante em passeios, ou o contrário?

Agora, digamos que seu orçamento é maior, ainda assim, quantos por cento você está disposto a investir na hospedagem? Lembre-se que é sempre uma questão de prioridade: hospedagem econômica dá fôlego financeiro para outros itens da viagem.

Em Belém, de uma forma geral, o custo de vida não é tão baixo (você pode se surpreender, dependendo de onde você estiver vindo) e o turismo pode acompanhar isso, também dependendo do tipo de turismo você quiser fazer. Um passeio à Ilha do Combu, por exemplo, tem o transporte em conta, mas comer por lá pode ficar mais caro.

A gente falou sobre esse passeio no post A deliciosa viagem de Belém à Ilha do Combu.

 

2. Gosta de ficar sozinho X Quer fazer amizades

Essa consideração é muito importante porque, pensa comigo: você escolhe ir pra um hostel, quarto coletivo, mas não tem a mínima intenção de conversar ou trocar ideias. Sua experiência não vai ser legal, por que num hostel, por exemplo, o que mais vai ter é possibilidade de criar novos colegas e amigos.

Agora, se você prefere privacidade, mas não quer abrir mão desse clima de turma, pode escolher um quarto privativo nesse mesmo tipo de hospedagem econômica. É como juntar dois em um.

Se você estiver em grupo e quiser privacidade completa, uma casa alugada pode ser a opção ideal. Mas, se você está com a turma e quer se enturmar mais ainda, pode escolher um quarto privativo para o grupo ou um mesmo um coletivo, com um pouco menos de privacidade.

Um exemplo de quarto privativo para grupo é o nosso Quarto Círio.

 

3. Está viajando solo X Viagem em grupo ou família

Viajando solo: Viajar sozinho é bancar tudo pra si mesmo, sem ter muitas outras preocupações.

Aí esbarramos na questão gênero. Mulheres, geralmente, sentem-se mais seguras em quartos privados. O hotel parece uma boa solução, mas e o preço dele? Fazer couchsurfing pode parecer perigoso, assim como ficar sozinha em um local alugado. Num hostel é possível aliar preço com segurança.

Você pode ver um exemplo de quarto coletivo só para mulheres aqui no Belém Hostel. É o Quarto Feminino Carimbó

Se você é homem, os quartos coletivos em hostels podem ser boa opção, assim como os de hotel. É só uma questão de levar em consideração: privacidade ou preço?

Viajando em família: Viajar em família ou em grupo é a possibilidade de dividir despesas. Ok, às vezes você está provendo tudo, então as coisas podem ficar um pouco mais apertadas.

Você está bancando tudo: nesse caso, alugar uma casa ou escolher um quarto privativo em hostel, que comporte todas as pessoas do grupo, é a melhor opção. Você estará escolhendo uma hospedagem econômica e poderá levar todo mundo para passeios que vão agradar gregos e troianos. Sobre isso, a gente escreveu no post 4 dicas de roteiro que provam: uma viagem em família é sempre inesquecível.

Para conhecer algumas opções de o que fazer em Belém com todo mundo, a gente te indica ler o post 9  dicas muito especiais sobre o que fazer em Belém

Você está dividindo: aí o orçamento fica menos apertado e você pode ficar mais livre na escolha. Mas, ainda assim, quartos que comportam 5 pessoas, por exemplo, ou um apartamento alugado saem mais em conta e, lembrando sempre da nossa primeira consideração: a hospedagem deve custar menos do que as experiências que passeios vão lhe proporcionar.

Belém, por exemplo, é uma cidade que adora turistas e tem todo tipo de hospedagem. Analise bem cada ponto, leve em consideração quem viaja com você e todas as opções de passeios que a capital do Pará oferece.

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5 itens indispensáveis pra você ter na bagagem

 

 

Atacama, Paris, Las Vegas, Jericoacoara, Belém. Todos esses destinos são totalmente diferentes, mas, pense rápido: se você fosse pra qualquer um deles, o que não deixaria de levar?

Mochilar, viajar a primeira vez, viajar a negócios. Todas essas modalidades de viagem são bem distintas, mas se você fosse começar sua vida de viajante, viajar pela empresa ou fazer um mochilão, o que não deixaria em casa?

Cada viagem é única e exige cuidados especiais na hora de montar o roteiro, de fazer as malas, mas existem alguns itens que sempre serão adequados a qualquer uma delas. Aqui, a gente compartilha com vocês 5 dicas de itens indispensáveis – não importa se você vai pro frio ou calor, de mochila ou mala, nem se você está começando ou é veterano – para levar com você.

Aqui você sabe mais sobre: itens pra viagem, saúde, precaução, cuidados.

1. Cartão de Crédito

Você pode viajar pra qualquer lugar do mundo com dinheiro em espécie, mas é sempre importante levar um cartão de crédito. Isso por algumas razões:

  1. ele funciona como garantia de reserva em algumas hospedagens
  2. ele funciona basicamente como sua identidade em alguns lugares, como em alguns locais dos EUA, por exemplo.
  3. caso você fique sem dinheiro, o cartão de crédito tem a função de saque em caixas eletrônicos.

 

Fique atento caso você viaje para fora, com o IOF e o preço do dólar. O valor que você vai pagar pelo que comprou enquanto estava viajando fica dependendo do preço do dólar no dia do fechamento da sua fatura. Ah, ainda, se você for pra outro país, não esqueça de, antes de ir, ligar para a operadora para liberar o uso no exterior.

 

2. Canivete

Pode parecer estranho para quem não vai fazer viagens para a natureza e já está acostumado a carregar canivetes e aparelhos do tipo, que são extremamente úteis em situações em que o conforto não impera, digamos assim.

Mas, mesmo para quem for curtir pequenas férias de uma semana no meio da cidade, esse pequeno instrumento pode ser de grande valor, desde pequenos reparos que podem ser feitos com ele, quanto a sensação de segurança que ele pode trazer.

Escolha um que tenha diversas funções, quando mais cheio de elementos, mais ele vai poder servir. Alguns possuem pinças, alicates, tesouras, tudo bem pequeno e compacto. Antes de viajar procure um, na hora de viajar, despache em sua bagagem (você não pode levar no avião).

 

3. Farmácia

Antes de viajar, a gente recomenda, sempre vá a quantos médicos você puder pra ver se sua saúde está em dia. Às vezes, uma pequena dorzinha de cabeça pode estar escondendo muito: prevenir é melhor que remediar.

Veja se pra onde você vai, são necessárias vacinas. E avalie se um seguro saúde é necessário – em muitos países você pode gastar uma pequena fortuna, caso fique doente.

Fora isso, e, claro, após consultar seu(s) médicos, existem alguns itens de saúde que são interessantes ter em mãos, caso aconteça algo, enquanto você aguarda por um cuidado maior:

  1. antissépticos: cortou o dedo, ralou o joelho – tenha um a mão
  2. relaxante muscular: como é de uso oral, convém consultar o seu médico, mas ele pode ser muito importante depois daquelas noites mal dormidas, ou excesso de andanças. Dentro desse mesmo pensamento, vale levar alguma pasta com base relaxante, como arnica.
  3. remédios para o estômago: você está indo para um lugar em que a culinária é a rainha do roteiro e, de repente, algo não cai bem. Se você já está acostumado com algum remédio que seu médico lhe receitou, vale a pena levá-lo até saber se é ou não algo mais grave.
  4. band-aids, esparadrapo: esses protetores são muito úteis, sempre. Tanto para um corte ou aquele calo/bolha que surgiu de tanto você bater perna.

 

Lembre-se: não estamos incentivando a auto-medicação, que é uma prática muito perigosa, você deve sempre consultar seu médico. Fique atento também com a quantidade de mililitros uma embalagem pode ter para não ficar retida no aeroporto. Esse tema foi abordado aqui na entrevista com nossa hóspede francesa Camille Elia: Da Guiana Francesa pra Belém: uma entrevista sobre a viagem.

 

4. Pendrive

Esse é um item que muita gente esquece ou não dá a importância devida. Ok, temos uma nuvem, para onde podemos passar todas as informações, um celular que armazena centenas de gigas, mas…e se a internet falhar?

E se você estiver no interior do país, sem conexão, precisando guardar alguma informação – ou transferi-la – e sem a possibilidade de conectar-se à rede. O pendrive é um elemento tão pequeno e funcional que não custa levá-lo, ali, escondidinho no menor bolso da mochila. Fique certo: quando você menos esperar que ele te sirva, é ali que ele vai entrar.

 

5. Livros

Durante sua viagem, você vai passar horas no trajeto de um destino a outro. Principalmente, se você for de avião e não houver o que apreciar,  que fotografar – uma viagem Lisboa – Belém dura cerca de 8 horas, por exemplo.

Nada de ficar refém de revistas de avião ou gastar o dobro comprando um livro – e carregando o peso dele – em alguma loja de aeroporto. Tenha sempre em mãos um bom livro, principalmente um que esteja alinhado com o objetivo da sua viagem.

Aposte em e-books, que não pesam, claro. Então, se você tiver um leitor de livros – Kindle, Kobo, Lev -, com certeza ele será seu grande parceiro de viagem. Esses aparelhos têm uma duração de bateria muito alta e suportam muita, mas muita informação.

Depois de garantir esses itens indispensáveis pra qualquer roteiro que você for planejar, é hora de criar o próprio roteiro.

Veja como alguns aplicativos podem ajudar você durante a viagem, na relação que a gente criou no post 6 aplicativos que você deve ter na hora de viajar com a família.